Peyton Place. Allison MacKenzie (Carol Lynley) é uma jovem escritora que sonha ter seu livro publicado. Ela é tomada por um grande entusiasmo ao saber que Lewis Jackman (Jeff Chandler), um famoso editor, quer publicar sua obra, mas deseja que ela esteja em Nova York no dia seguinte. Sua mãe, Connie Rossi (Eleanor Parker), a proprietária de uma loja de roupas, fica feliz pelo sonho da filha estar se realizando, mas a incomoda de vê-la viajar sozinha. Já em Nova York, Lewis se reúne com Allison e lhe diz que todo primeiro romance é autobiográfico, assim a estimula a não camuflar a verdade e falar tudo abertamente. Isto provoca um choque quando relata os mais profundos segredos da sua cidade, fazendo o livro se tornar um best-seller. Mas nem tudo são flores, pois cidadãos conservadores de Peyton Place, liderados por Roberta Carter (Mary Astor), querem fazer de tudo para impedir que "Samuel's Castle", o livro de Allison, faça parte da biblioteca do colégio local.
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Drama em CinemaScope e Color De Luxe da Jerry Wald Productions, Associated Producers e 20th Century Fox que foi baseado no romance homônimo de 1959 de Grace Metalious (1924-1964). Este foi o 6° de 7 filmes dirigidos pelo ator porto-riquenho José Ferrer (1912-1992). O filme é uma sequência de A caldeira do diabo (57). Outros filmes baseados na mesma estória: as séries de TV A caldeira do diabo (1964–1969) e Return to Peyton Place (1972–1974) e os filmes feitos para a TV Murder in Peyton Place (77) e Peyton Place: The next generation (85).
Embora esta sequência comece apenas alguns anos após o término da estória original, em meados dos anos 40, a nova estória ocorre 15 anos depois, com personagens mal envelhecidos vivendo no início dos anos 60. Brett Halsey e Luciana Paluzzi, que interpretaram marido e mulher neste filme, eram casados na época. Rosemary Clooney (1928-2002) - tia de George Clooney -, que canta a música tema do filme “The wonderful season of love”, foi casada com o diretor do filme, José Ferrer, na época em que o filme foi feito. Estréia não creditada em longa-metragem de Bob Crane (1928-1978).
A franquia "Peyton Place" foi uma grande influência em "Twin Peaks" décadas depois. Ambas as séries foram um filme e uma novela de 1° linha. Filme final de Joan Banks (1918-1998) e Helen Bennett (1911-2001). Esta continuação do clássico filme anterior é bem inferior mas, mesmo assim, gostei do filme. A parte inicial até a metade é bem lenta e, daí em diante, melhora mais, onde a cidade de Peyton Place é abalada por um livro que revela muito sobre seus habitantes.
Olha o primeiro filme eu recomendo e muito, mas essa continuação totalmente desnecessária, filme chato. Mais um para minha sessão prefiro fazer mudança com chuva do que assistir de novo.
Gostei, apesar de não ter visto ainda a original, conforme já observado. Um lapso que breve corrigirei. E vem cá... o singular e rodrigueano John Smith! Esse traz pra cá uma estrela de bônus.
A continuação mais desnecessária da história do cinema! nem os atores originais participam e tira todo o brilho do roteiro do primeiro filme.
Gostei. Um filme suave, e divertido.