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1 Julho 2020Sofia Karppi, uma detetive da polícia finlandesa, recentemente perdeu o marido e é deixada sozinha com dois filhos para cuidar.
Ao retornar ao trabalho, encontra um novo parceiro e um novo crime para desvendar, tendo que lidar também com os problemas pessoais ao mesmo tempo em que se envolve cada vez mais na investigação.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Achei essa temporada uma cópia da terceira temporada de The Killing, só mudaram o perfil das vítimas, aqui sao traficantes e em The Killing eram prostitutas. No final tambem temos a revelação que o serial killer era o novo chefe do departamento de polícia. Apesar da semelhança foi bom ver uma série com fortes inspiraçoes em The killing, uma das minhas preferidas de investigação policial.
Drama, assassinatos e corrupção, mas longe de ser espetacular.
Esta segunda temporada, tem uma trama menos complexa. O cenário finlandês, com seu clima extremamente frio, dá o ar sombrio que a narrativa necessita.
Os detetives protagonistas Sofia Karppi (Pihla Viitala) e Sakari Nurmi (Lauri Tikanen) tem boas atuações. O enredo se preocupa em desenvolver os problemas enfrentados por seus protagonistas em suas vidas pessoais, Sofia com seus filhos e Sakari que reluta em assumir um filho indesejado. Existe uma tensão sexual entre eles, embora nada se consume., mas não consigo torcer para que o relacionamento realmente aconteça, já que Sofia é um personagem extremamente egocêntrico e difícil de criar empatia.
Nesta segunda temporada, a investigação aponta para vários caminhos, e descobrimos ao final que havia mais de um assassino, uma mãe que vinga a morte do filho e um serial killer que mira sua fúria assassina em jovens traficantes. A identidade do serial killer, que é um membro da polícia, chega a surpreender, mais pelo personagem não ter importância no enredo, do que propriamente por mérito do roteiro.
Há um exagero nas cenas finais, como a fuga dos detetives no helicóptero e a salvação heroica de Sakkari por Sofia, em contraponto com uma narrativa mais lenta e realista que a série havia adotado até então.
Há também uma trama que envolve a prefeita da cidade, dando politização ao enredo mas
o grande segredo da prefeita quando revelado não parece tão grave e resulta numa cena rápida entre a política e Sofia, que não justifica o tempo de narrativa que levou até ser elucidado. Na cena que fecha a temporada, descobrimos que o filho que havia motivado os assassinatos por parte da mãe vingativa, não estava morto.
Deadwind é uma serie que , se vc não tiver nada pra fazer, e nenhuma outra serie ou filmes pra assitir. pode assitir isso aqui pq não vale nada
Adoro séries policiais nórdicas: Bordertown e Trapped são minhas preferidas. Gostei um pouco mais desta temporada de Deadwind que da primeira, mas teve umas cenas bem My name is Bond. Não tenho gostado muito de série nenhuma ultimamente excetuando-se Severance, então foi bom ver que ainda tem coisa que me agrada e que ainda não assisti por aí.