A matriarca de uma família que vive em uma velha mansão sulista, descobre que há um assassino à solta dentro de casa, em busca de uma suposta fortuna de cinquenta mil dólares, e que esse pode matar qualquer um ficar no caminho.
O poster de Dear Dead Delilah engana: promete um horror gótico com mansão decadente e foice assassina, mas entrega um slasher familiar preguiçoso. Dirigido por John Farris, o filme reúne uma família gananciosa em torno da matriarca Delilah (Agnes Moorehead, aos 72 anos, roubando a cena com sua fragilidade venenosa), só para afundar em clichês sem graça. Esse me chamou atenção pelo poster, achei que seria bem melhor, elenco desconhecido tirando a diva Agnes Moorehead que ja tava com 72 anos na epoca.
Personagens desinteressantes e impossiveis de criar empatia, com uma pequena excessão da Luddy e do Alonzo,
mas mesmo assim o filme não desenvolve a relação dos dois, fica algo meio jogado, é apenas mostrado um dialogo o que eu acho que é pouco para terem desenvolvido esse final.
As mortes são criativas – decapitações com toques folclóricos –, mas o ritmo arrasta. Aliás, chegar o final desse filme é um sofrimento, apesar de terem boas mortes a passagem do tempo parece mais longo do que realmente é, 20 minutos a menos não faria mal a ninguem.
Para fãs de Moorehead ou caçadores de cult obscuro, é uma curiosidade mas pisa fofo que nem é tudo isso.
Quando vislumbrei o nome de Agnes Moorehead e a cotejei com a sinopse, tive altas expectativas e preocupações: as primeiras, porque sabia que sua participação seria marcante, enquanto as segundas se instalaram porque intuí que as condições produtivas do filme estão aquém de seu talento e merecimento. Mas ela correspondeu aos meus anseios: quando está em cena, arrasa - ainda que a verborragia dos diálogos seja cansativa, bem como as subtramas sobre as rixas dos ricos. Na verdade, a verdadeira protagonista do filme é a Patricia Carmichael, que dá vida a uma personagem deveras complexa e sofrida: o prólogo é exemplar, neste sentido. E o Robert Grenty é um gosto, digo mesmo! Muito boas as cenas 'trash' dos assassinatos, que, infelizmente, demoram muito a acontecer! (WPC>)
Slasher de baixo orçamento com algumas boas cenas de violência , como desmembramento , decaptações e tiros de escopeta na cara , com a veterana Agnes Moorehead atuando de cadeirante devido á seu estado de saúde na época.
O poster de Dear Dead Delilah engana: promete um horror gótico com mansão decadente e foice assassina, mas entrega um slasher familiar preguiçoso. Dirigido por John Farris, o filme reúne uma família gananciosa em torno da matriarca Delilah (Agnes Moorehead, aos 72 anos, roubando a cena com sua fragilidade venenosa), só para afundar em clichês sem graça. Esse me chamou atenção pelo poster, achei que seria bem melhor, elenco desconhecido tirando a diva Agnes Moorehead que ja tava com 72 anos na epoca.
Personagens desinteressantes e impossiveis de criar empatia, com uma pequena excessão da Luddy e do Alonzo,
mas mesmo assim o filme não desenvolve a relação dos dois, fica algo meio jogado, é apenas mostrado um dialogo o que eu acho que é pouco para terem desenvolvido esse final.
As mortes são criativas – decapitações com toques folclóricos –, mas o ritmo arrasta. Aliás, chegar o final desse filme é um sofrimento, apesar de terem boas mortes a passagem do tempo parece mais longo do que realmente é, 20 minutos a menos não faria mal a ninguem.
Para fãs de Moorehead ou caçadores de cult obscuro, é uma curiosidade mas pisa fofo que nem é tudo isso.
Assistido em 03/11/2025
Quando vislumbrei o nome de Agnes Moorehead e a cotejei com a sinopse, tive altas expectativas e preocupações: as primeiras, porque sabia que sua participação seria marcante, enquanto as segundas se instalaram porque intuí que as condições produtivas do filme estão aquém de seu talento e merecimento. Mas ela correspondeu aos meus anseios: quando está em cena, arrasa - ainda que a verborragia dos diálogos seja cansativa, bem como as subtramas sobre as rixas dos ricos. Na verdade, a verdadeira protagonista do filme é a Patricia Carmichael, que dá vida a uma personagem deveras complexa e sofrida: o prólogo é exemplar, neste sentido. E o Robert Grenty é um gosto, digo mesmo! Muito boas as cenas 'trash' dos assassinatos, que, infelizmente, demoram muito a acontecer! (WPC>)
Slasher de baixo orçamento com algumas boas cenas de violência , como desmembramento , decaptações e tiros de escopeta na cara , com a veterana Agnes Moorehead atuando de cadeirante devido á seu estado de saúde na época.