Vi este filme por recomendação de um amigo, que aparentemente identificou-se com a sua atmosfera tediosa induzida e com algumas semelhanças tangenciais com o incensado mas não necessariamente funcional MEDIANERAS: BUENOS AIRES NA ERA DO AMOR VIRTUAL. De fato, lembrei dele, naquilo que de pior é emulado. Um romantismo entojante porque falso e empanturrado sobre clichês citadinos pequenos-burgueses de último quilate. O protagonista deste curta-metragem é inacreditavelmente inconvincente, horrível (justamente por ser fisicamente bonito demais). A garota por quem ele interessa-se possui certo charme, mas ela é composta de maneira idealizada por seu distanciamento. Um filme perigoso, infelizmente. Apesar de valer-se de um oportunista uso de uma canção magnífica da banda Portishead, que amo! (WPC>)
Mesmo sendo um curta relativamente "vazio" em sua estruturação roteiristica... traz a tona algo corriqueiro na vida das pessoas; aquela solidão existencial; seja por orgulho, falta de iniciativas etc... ficamos imersos nessa altivez insuportável, não dando espaço para alguém com as mesmas qualidades ou diferentes, trocar nem sequer meros diálogos :/... O "curtinha" é basicamente um retrato de nós mesmos nos ônibus, ruas, sacadas, entre outros ambientes demostrando nossa soberba, apenas "demarcando território."
Vi este filme por recomendação de um amigo, que aparentemente identificou-se com a sua atmosfera tediosa induzida e com algumas semelhanças tangenciais com o incensado mas não necessariamente funcional MEDIANERAS: BUENOS AIRES NA ERA DO AMOR VIRTUAL. De fato, lembrei dele, naquilo que de pior é emulado. Um romantismo entojante porque falso e empanturrado sobre clichês citadinos pequenos-burgueses de último quilate. O protagonista deste curta-metragem é inacreditavelmente inconvincente, horrível (justamente por ser fisicamente bonito demais). A garota por quem ele interessa-se possui certo charme, mas ela é composta de maneira idealizada por seu distanciamento. Um filme perigoso, infelizmente. Apesar de valer-se de um oportunista uso de uma canção magnífica da banda Portishead, que amo! (WPC>)
Gostei bastante. O simples toque ou trombada, se as pessoas não fossem tão rasas, teria resolvido o problema, né?
Mesmo sendo um curta relativamente "vazio" em sua estruturação roteiristica... traz a tona algo corriqueiro na vida das pessoas; aquela solidão existencial; seja por orgulho, falta de iniciativas etc... ficamos imersos nessa altivez insuportável, não dando espaço para alguém com as mesmas qualidades ou diferentes, trocar nem sequer meros diálogos :/... O "curtinha" é basicamente um retrato de nós mesmos nos ônibus, ruas, sacadas, entre outros ambientes demostrando nossa soberba, apenas "demarcando território."
Pela trilha, atuações, texto ou fotografia, "Décimo Segundo Andar" é revigorante.