Baseado em fatos reais, o filme traz a história de John e Aileen Crowley, um casal que procura a todo custo uma cura para a doença congênita de seus dois filhos. Próximo de desistir, John conhece um pesquisador que pode ajudá-lo.
Adaptação do livro "The cure" da jornalista vencedora do Pullitzer Geeta Anand que, por sua vez, baseou-se em fatos reais. É muito mais sobre negócios do que sobre as crianças,não tem tanto apelo emocional como nos outros filmes do gênero,já estava preparando meus lencinhos,mas felizmente não precisei usar. Temos aqui um pai que literalmente põe a mão na massa e aceita correr riscos extremos para aumentar a idade de sobrevivência dos filhos. A Megan,a filha do meio e a mais velha com a doença é a que nos conquista por ser melhor aproveitada na história e nos mostrar que não fica para trás em relação às outras crianças. O
que me incomodou foi o fato dela não sofrer nenhum bullying e nem desprezo pelos demais pais,o que na vida real certamente aconteceria e me fez pensar o quanto de sorte ela e o irmão tinham, por terem pais que tinham condições de vida boa e poderiam ter um plano de saúde decente. O cientista ranzinza,Ford,um dos produtores,muito do nervosinho,confesso que foi difícil entender o motivo para tanto e imagino o quanto o pai teve que engolir para ajudar os filhos,mas a maioria dos pais fariam o mesmo.
Faltou mais emoção! O filme ficou muito no personagem chato do Harrison Ford e do Brendan Fraser como o pai que faz de tudo pra conseguir ajudar principalmente a filha, enquanto o filho com o mesmo problema ficou de escanteio, o que deixou a história bem esquisita ou mal feita. Sessão da Tarde, Globo em 22/06/21
Interessante, mas óbvio do início ao fim. Dava pra trabalhar melhor a questão dramática, e o resultado é um filme bem mediano :/
Adaptação do livro "The cure" da jornalista vencedora do Pullitzer Geeta Anand que, por sua vez, baseou-se em fatos reais.
É muito mais sobre negócios do que sobre as crianças,não tem tanto apelo emocional como nos outros filmes do gênero,já estava preparando meus lencinhos,mas felizmente não precisei usar.
Temos aqui um pai que literalmente põe a mão na massa e aceita correr riscos extremos para aumentar a idade de sobrevivência dos filhos.
A Megan,a filha do meio e a mais velha com a doença é a que nos conquista por ser melhor aproveitada na história e nos mostrar que não fica para trás em relação às outras crianças.
O
que me incomodou foi o fato dela não sofrer nenhum bullying e nem desprezo pelos demais pais,o que na vida real certamente aconteceria e me fez pensar o quanto de sorte ela e o irmão tinham, por terem pais que tinham condições de vida boa e poderiam ter um plano de saúde decente.
O cientista ranzinza,Ford,um dos produtores,muito do nervosinho,confesso que foi difícil entender o motivo para tanto e imagino o quanto o pai teve que engolir para ajudar os filhos,mas a maioria dos pais fariam o mesmo.
Faltou mais emoção!
O filme ficou muito no personagem chato do Harrison Ford e do Brendan Fraser como o pai que faz de tudo pra conseguir ajudar principalmente a filha, enquanto o filho com o mesmo problema ficou de escanteio, o que deixou a história bem esquisita ou mal feita.
Sessão da Tarde, Globo em 22/06/21
Bem ao estilo de Óleo de Lorenzo.
Talvez esse tenha sido o último grande filme que o Brendan Fraser fez pq depois foi ladeira abaixo.