Dirigido por
Data de lançamento
8 Fev. 1987Duração
Um diretor de teatro decadente planeja atrair a atenção da mídia encenando um musical que narra a vida de Irving Wallace, um assassino em série, depois que uma das integrantes da equipe é assassinada. O grupo se reúne num depósito para ensaios noturnos, sem saber que quem está no palco, interpretando o psicopata que usa uma máscara de coruja, não é um ator, mas sim o verdadeiro Irving Wallace - que fugiu de um manicômio das proximidades.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
o fantasma da ópera está GAG com o pássaro do teatro
Gostei muito desse filme, começando pela máscara icônica do assassino, o cenário precário e sujo do teatro, o gato preto, a ideia estúpida do diretor de seguir os ensaios e todas as atitudes burras da protagonista e seu relógio inútil, sem falar dos policiais, ótimos alívios cômicos.
E ninguém comentou que o criminoso é o autor de livros de suspense, Irving Wallace? Brincadeira.
Slasher bem básico com atuações exageradas, uma protagonista sem sal e uma trilha sonora péssima e estridente. Gostei da ideia claustrofobica (porém mal aproveitada) de trancar o assassino em um local único com os personagens.
Já era hora, um slasher oitentista que eu não conhecia e gostei bastante, o cenário é apenas um velho teatro e o povo vai sendo finalizado com gosto, o vilão tem um visual medonho com uma máscara de pássaro macabra e o final não decepciona, no mínimo uma descoberta notável.
"Stage Fright" (1987) ganhou o título nacional de "Pássaro Sangrento".
É dirigido por Michele Soavi, um ex-assistente de direção e discípulo de Dario Argento, o que já lhe dá respaldo e torna seu estilo (pelo menos neste filme) bem próximo do horror giallo.
Os elementos interessantes em "Stage Fright" são algumas referências a famosos como Marilyn Monroe e Irving Wallace e, assim como nos filmes de Argento, a trilha sonora é marcante e cria o clima de tensão necessário.
Há qualidade nos diálogos e esmero na construção dos personagens, pois ao contrário da maioria de filmes de horror, aqui eles não são mera carne fresca ou alvos móveis para o assassino - cada um tem uma pequena história para contar, fazendo com que nos afeiçoemos a alguns e tenhamos raiva de outros.
O enredo tem originalidade, inclusive quanto à escolha do figurino para o assassino. A fotografia é bonita e capricha nas cores. A única ressalva é quanto ao final... que fica muito próximo do óbvio para filmes desse gênero.