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Data de lançamento
5 Dez. 2007Duração
Dr. Neville é um cientista militar. Ele é a única pessoa que não foi contaminada por um vírus, criado 3 anos antes por uma cientista que buscava uma cura para o câncer, em toda a cidade de Nova Iorque e provavelmente em centenas de quilômetros. Ele já era o responsável por encontrar uma cura para esse vírus, por isso tem um laboratório no qual faz testes a partir do próprio sangue. As pessoas infectadas que não morreram imediatamente vivem como vampiros, apresentando sintomas parecidos aos da raiva e um comportamento selvagem e ameaçador. Portanto, Neville tem que lutar diariamente tanto contra o risco de cometer um erro e ser pego pelas pessoas infectadas, como contra a solidão que o atormenta diariamente.
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Will Smith pode ter seus problemas fora das telas, mas uma coisa é inegável, o cara sabe como carregar um filme nas costas, há muitos filmes que não seriam tão lembrados se ele não fosse protagonista, e este, certamente é mais um desses casos.
Muitos filmes são desnecessariamente longos, já este, considero até curto pelo que poderia explorar, o filme te mantém preso a tela do início ao fim, e eu gostaria ter visto um pouco mais. Dito isso, certamente um dos filmes mais marcantes do início dos anos 2000, e que já tem uma sequência confirmada, que no caso irão se basear no final alternativo (disponível no YouTube) do filme para continuar essa história.
Bom filme, vale a pena assistir
Filme bom, com uma trama bem construída, apesar de poder ter melhor apresentado os Darkseekers. O visual deles é bem ruim. A questão religiosa achei que fica meio solta no filme.
O final em que os darkseekers são inteligentes é bem melhor, apesar de poder ter sido melhor desenvolvido, tem indicios claros disso.
gosto muito desse filme. essa sensação de estar sozinho no mundo inteiro me pega demais. o Will Smith tá muito bem, e a relação dele com o cachorro é o que mais me marcou. só acho que o filme poderia ter aproveitado melhor algumas coisas, mas ainda assim é muito bom.
Esta sem dúvidas é uma das produções de ficção científica pós-apocalíptica mais marcantes e lembrada dos anos 2000. Will Smith faz uma das melhores atuações da carreira, carregando nas costas sozinho boa parte do filme. A falta de diálogos e interações com outros personagens exigem muito mais do ator e o Will Smith deu conta do recado.
Os efeitos visuais também espetaculares, com zumbis realistas e com a recriação perfeita de uma Nova York abandonada e invadida pela vegetação e animais selvagens. A sensação de desolação e solidão são reais e garantem um clima pós-apocalíptico perfeito.
A construção da tensão e suspense é bem construída ao longo do filme, mas no final tudo acontece de forma muito apressada e pouco plausível. Principalmente com a descoberta da cura convenientemente no mesmo momento que ocorre a invasão zumbi ao laboratório do Neville.
Outro ponto negativo foi a morte do protagonista, que além de anticlimática também prejudicou uma possível continuação (que só foi confirmada em 2023, após quase 15 anos). Agora vão ter que fazer uma malabarismo pra trazer o personagem de volta, usando o final alternativo feito na época, onde Neville apenas devolve a fêmea que estava servindo de cobaia e os zumbis deixam ele vivo no fim.
Curiosidade: A explicação para o título é que de acordo com o final alternativo, quando os mutantes finalmente invadem sua casa, Neville percebe que eles não são apenas animais raivosos: eles evoluíram, organizaram-se em uma nova sociedade e desenvolveram sentimentos, medo e cultura. Para essa nova espécie dominante, Robert Neville é um monstro terrível e invisível que ataca durante o dia.
Neville compreende que ele se tornou para os mutantes o que os vampiros e o bicho-papão eram para os humanos no passado: um mito folclórico, uma criatura assustadora da qual as mães mutantes falarão para assustar seus filhos à noite.
Suas últimas palavras refletem esse choque de realidade:
"O círculo se fecha. Um novo terror nasce na noite, um novo preconceito... Eu sou a lenda."