George, um ex-soldado do Vietnã é assombrado pelas memórias da guerra enquanto tenta se reconectar com seu filho e sua neta. Quando ele é diagnosticado com demência, George é deixado sob os cuidados da enfermeira Michelle, que a princípio parece inofensiva, mas guarda vários segredos obscuros consigo.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
A única boa atuação é do protagonista Gene Jones (George) que faz o velho.
Tudo é previsível, mas com um plot twist final.
Quando todos estamos com pena do velho maltratado pela cuidadora, descobrimos que ele havia torturado e assassinado a mãe da maluquete vingativa na frente dela quando criança.
É claro que ficou previsível quando Michelle (Kristina Klebe, em atuação bem vergonha alheia, com algumas cenas constrangedoras) surge na porta de George que na verdade seria uma impostora e mais ainda quando ele começa a mostrar fotos do Vietnã, que a moça teria algo a ver com algum dos companheiros de batalha de George.
Ficamos sem saber
se George morre, já que a neta ao ouvir a confissão do avô, parece não muito disposta a salvá-lo e entendo que mentiu, ao dizer que já havia chamado o socorro.
O elenco entrega atuações horríveis, faltou direção. Muitas conveniências pro filme ter algum sentido. Não enxerguei nenhuma ideia boa não kkk
O que mais me incomoda nesse filme é o filtro de mijo que acompanha boa parte da história. Apesar de se mostrar de baixo orçamento, o enredo poderia ter sido bem mais trabalhado. A única atuação que se salva é a da ator que faz o George, tirando alguns momentos.
Tipo, quer dizer que o George teve um caso com a mulher do Kendrick torturou-a na frente da filha devido a redenção de seu marido e possivelmente matou-a. Porém, a vingança da garota foi a longo prazo se passando por cuidadora indo a atrás do velho e o torturando como ele fora no Vietnã? Difícil de acreditar nesse plano. E a confissão do George no final? Aquilo era um segredo dele ou ele havia esquecido por sua demência? Se toda aquela loucura que aconteceu na casa do George fosse fruto de sua demência, fica muito mais convivente se fosse trabalhado direito.
A colocação da insígnia do colarinho estava incorreta para os militares dos EUA. A parte inferior da insígnia de classificação deve estar a 1/2 polegada da borda do colar e alinhada em uma linha imaginária que divide o ponto do colar para o interior do colar.
Mó rápida da Neta sem noção tapada🙄🙄🙄