Um depoimento fantástico do próprio diretor sobre sua carreira. Ele comenta um pouco de todos os filmes que dirigiu e todos os filmes que participou como assistente de diretor, comenta as influências que esses diretores tiveram na sua obra, diretores que ele considera professores. O destaque vai para o momento que comenta sobre Canibal holocausto, e como isso afetou sua vida profissional e pessoal. Ele comenta como foi difícil se distanciar do filme e como foi ruim ser lembrado por muito tempo como o diretor de Canibal holocausto. Nesse período ele passou a fazer publicidade e propaganda. Mesmo assim surgiram outras oportunidades para dirigir filmes, a maioria de extrema violência gráfica, que afinal de contas virou sua marca registrada. Ele ainda tenta justificar a violência presente nos seus filmes por meio de acontecimentos do passado, como por exemplo per nascido no período da guerra, estar sempre rodeado de notícias violentas, através de jornais e revistas, e no fim das contas ele acaba se entregando dizendo que há certa beleza na violência, porque ela é real, é a violência cometida pelo homem, inclusive citando uma passagem de Canibal holocausto, quem são os verdadeiros canibais? Outra passagem interessante é quando ele é questionando sobre os diversos filmes sobre canibais que foram produzidos na época, ele simplesmente se recusa a comentar sobre os filmes, alegando que são todos ruins e mal elaborados. Em outro momento ele comenta sobre a bruxa de Blair, dizendo que, apesar do filme ser ruim, foi bom para ele, já que as pessoas acabaram redescobrindo sua obra, de maneira indireta. No final ele também tenta justificar a violência cometida com os animais, e declara que nenhum animal foi morto em vão, todos firaram alimento para a equipe e os indígenas, nesse ponto ele ficou bastante nervoso ou claramente irritado chegando a mandar uma crítica aberta a hipocrisia humano, e como as pessoas dão mais importância a um animal do que para um ser humano. Desafio 2021 Filme 01 01/09/2021
Um depoimento fantástico do próprio diretor sobre sua carreira.
Ele comenta um pouco de todos os filmes que dirigiu e todos os filmes que participou como assistente de diretor, comenta as influências que esses diretores tiveram na sua obra, diretores que ele considera professores.
O destaque vai para o momento que comenta sobre Canibal holocausto, e como isso afetou sua vida profissional e pessoal. Ele comenta como foi difícil se distanciar do filme e como foi ruim ser lembrado por muito tempo como o diretor de Canibal holocausto. Nesse período ele passou a fazer publicidade e propaganda.
Mesmo assim surgiram outras oportunidades para dirigir filmes, a maioria de extrema violência gráfica, que afinal de contas virou sua marca registrada.
Ele ainda tenta justificar a violência presente nos seus filmes por meio de acontecimentos do passado, como por exemplo per nascido no período da guerra, estar sempre rodeado de notícias violentas, através de jornais e revistas, e no fim das contas ele acaba se entregando dizendo que há certa beleza na violência, porque ela é real, é a violência cometida pelo homem, inclusive citando uma passagem de Canibal holocausto, quem são os verdadeiros canibais?
Outra passagem interessante é quando ele é questionando sobre os diversos filmes sobre canibais que foram produzidos na época, ele simplesmente se recusa a comentar sobre os filmes, alegando que são todos ruins e mal elaborados. Em outro momento ele comenta sobre a bruxa de Blair, dizendo que, apesar do filme ser ruim, foi bom para ele, já que as pessoas acabaram redescobrindo sua obra, de maneira indireta.
No final ele também tenta justificar a violência cometida com os animais, e declara que nenhum animal foi morto em vão, todos firaram alimento para a equipe e os indígenas, nesse ponto ele ficou bastante nervoso ou claramente irritado chegando a mandar uma crítica aberta a hipocrisia humano, e como as pessoas dão mais importância a um animal do que para um ser humano.
Desafio 2021
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