A sinopse é vaga e, por ela, não interessamo-nos tanto. Além disso, tem algo no Griffin Dunne que desagrada-me bastante, não suporto as suas interpretações baseadas na otarice. Mas, do lado de trás da câmera, ele conduz a estória com muita sensibilidade e beneficia-se da linda interpretação de Tobey Maguire (como não identificar-se com a sua estultice bem-intencionada?). Os coadjuvantes (e figurantes) são muito bons e a reconstituição de época serve-se de um inspirado anacronismo: a aparição de Janis Joplin possui múltiplas funções narrativas e idealizadas. Muito bom mesmo: gratíssima surpresa! (WPC>)
A sinopse é vaga e, por ela, não interessamo-nos tanto. Além disso, tem algo no Griffin Dunne que desagrada-me bastante, não suporto as suas interpretações baseadas na otarice. Mas, do lado de trás da câmera, ele conduz a estória com muita sensibilidade e beneficia-se da linda interpretação de Tobey Maguire (como não identificar-se com a sua estultice bem-intencionada?). Os coadjuvantes (e figurantes) são muito bons e a reconstituição de época serve-se de um inspirado anacronismo: a aparição de Janis Joplin possui múltiplas funções narrativas e idealizadas. Muito bom mesmo: gratíssima surpresa! (WPC>)
muito bom o Tobey Maguire.
E a sinopse da capa original do curta.
achei irreverente e bem desenvolvido. gostei!