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Data de lançamento
14 Jan. 1994Duração
Paul Kersey abandonou há anos a sua carreira de vigilante para viver sob nova identidade. Ele resolve voltar às armas quando o gângster Tommy O'Shea desfigura e mata a sua nova namorada, a estilista Olivia Regent.
Ciente de que nem a polícia e nem a justiça poderão ajudá-lo, Kersey começa a matar os membros da quadrilha de O'Shea um a um.
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- meldels, o charles bronson já está um avozinho nesse aqui
- os vilões são bem arrombados, mas a vingança é levada até com bom humor pelo paul kersey
- estava muito na cara quem era o traidor da parada
- o derretimento é muito bom
“Quem é Você? A Morte!”
🚬 Sem sombra de dúvidas, Desejo de Matar 5 é o pior de toda a franquia. Claro que ainda temos nas trincheiras de seu argumento, debates relacionados ao vigilantismo, justiça e o porte de armas. Mas o que realmente não casou com a proposta do filme foram os anos 90 e principalmente a atuação caricata dos malfeitores.
A partir daqui, CHAT-GPT:
🚬 Quando um filme chega ao quinto capítulo, geralmente só restam duas possibilidades: uma reinvenção ousada… ou a mais absoluta exaustão criativa. Desejo de Matar 5 escolhe a segunda, com orgulho. Aqui, Paul Kersey já não é apenas um vigilante — é praticamente um espírito encarnado de ressentimento armado, vagando pela existência com a mesma energia de quem esperou três horas na fila do INSS.
🚬 Bronson, já com seus gloriosos 73 anos, segue distribuindo justiça como quem distribui ração para pombos na praça: sem pressa e sem convicção, mas porque virou hábito. O roteiro tenta dar um ar de tragédia pessoal, vingança final, redenção moral… mas no fundo é só mais uma rodada de “bandido aparece → Bronson atira → fade to moral conservadora”.
Os vilões? Caricaturas.
A narrativa? Um catálogo de clichês que Hollywood deveria ter enterrado em 1985.
A violência? Nem catártica, nem impactante — só cansada, repetitiva, quase burocrática.
🚬 É como assistir a uma banda de rock clássico tocando seus hits pela milionésima vez, só que com todos os integrantes no piloto automático, pensando já no banho quente e no anti-inflamatório. Ainda assim, há uma certa poesia triste nisso tudo. A Face da Morte é o último suspiro de um cinema que acreditava que a salvação vinha do cano de um revólver. Não veio. Nunca viria. Mas Hollywood insistiu. E nós assistimos.
🚬 No fim, fica a sensação de ver um mito se desmontar em tela — não com um grande estouro, mas com um suspiro cansado. A verdadeira “face da morte” aqui não é a do crime.
É a da própria franquia.
Melhor do que o anterior (a despeito da produção classe-B), até que serve como uma despedida adequada de Bronson do seu personagem mais famoso.
Essa quinta parte pode até ser ruim, mas consegue superar a parte 4, abandona aqueles discursos simplistas cheio de chavóes tipo "droga é ruim"e substitui por uma aventura de vingança clássica, quase episódico com Charles Bronson indo atrás de um por um dos responsáveis pelo (de novo?) assassinato de sua namorada e as invençoes engenhosas para se livrar dos criminosos.
NO JUDGE, NO JURY, NO JUDGMENT, tradução, " sem juiz, sem juri, sem julgamento", a obvia literal DEATH OF FACE, ou " face da morte " oriunda de quem possui as regras " processuais " propias ao ambito do combate ao crime, e por consequencia, levar a justiça, independente de conceitos tradicionais ou NEM UM POUCO a contento, pois desde que o sfins jusrifiquem os meios, o importante e´foi e sempre será apenas OS FINS, de forma alem de DANEM SE opiniões divergentes " tal importancia", que o estilo de impor a reparação devida assim promovida aos devedores sejam quem fossem pelo eficaz " vigilante " Charles Paul Broson Kersey em toda a conjuntura da franquia cinefila desejo de matar, incluindo idem tal BOA sequencia encerradora dos roteiros inerentes a justiça e vingança sendo a mesma coisa, NQ QUE O SÃO ha exatos 31 anos, somente reiterará pelo advento da setima arte, de quem ja possui CULPAABILIDADE AS CLARAS nao necessita de ritos processuais no sentido de reconhecer formalmente sua existerncia, mas sim de JULGAMENTOS compulsorios ja tendo a " setença de morte " definida e PRONTO, ao inves da perda de tempo irrelevante em burocracias procrationatorias, e nada +, em outras palavras senhoras e senhores bem ? primeiro BANDIDOS BONS ? SERÃO SEMPRE OS BANDIDOS MORTOS, segundo, se ha a necessidade de enclausuramento destes vermes mesmo com tal constatação , melhor que seja EMBAIXO DE SETE PALMOS DE TERRA, de onde nunca mais "escaparão" e terceiro, de pena maxima aplicada a quem encontra se no nivel mais da criminalidade urbana ? SOMENTE APOS A PENA DE MORTE " transitada, julgada e EXECUTADA", para a impetração de eventuais apelações futuras, e fim de papo, se e´que porventura ou nao me entendem. " Death Of Facisticamente " NOTA 9.0.