Um filme belo e tocante. Uma história forte e real como muitas, ainda anônimas, por aí. Mostra como um regime opressor é destrutivo, seja no Irã ou em qualquer parte do planeta.
Filme delicado. Abordagem discreta e interessante do contexto sociopolítico em que se passa a trama, com ênfase na experiência da cena da dança em seus elementos estéticos (tal qual vivenciado pelo espectador e pelos bailarinos) e idiossincráticos (do impacto da experiência artística da dança sobre o EU). Filme tocante, admirável, necessário e rico. Recomendo.
O dançarino no deserto conta a incrível história real de Afshin Ghaffarian, um iraniano tentando ser dançarino dentro de um regime opressor, onde a dança é proibida.
O filme começa com Afshin ainda criança, dançando na sala de aula. Ele é repreendido pelo ato pecaminoso, mas incrivelmente também consegue indicação de uma escola secreta, uma escola sobre arte, sobre tudo que o regime do país proibia, o que muda sua vida. Uma década depois, como adulto, já na universidade, ele cria uma companhia de dança clandestina, cercada sempre de medo. Mas nada o impede de montar uma apresentação belíssima no meio do deserto.
Contar a história do filme não é o suficiente, pois é impossível transferir com palavras o sentimento do filme. Afshin luta contra a opressão, luta pela liberdade. As cenas de dança são emocionantes e recheadas de sentimento, de significado. A dança não é apenas corpos em movimento, é liberdade,é paixão, é luta, é revolução.
Sem querer soltar spoiler, mas a cena final é tão incrível que me levou à lágrimas. Afshin consegue transformar a dança em algo político, sem nunca perder a beleza e elegância. É uma cena forte, e incrivelmente emocionante.
Filme altamente contemplativo.A dupla de protagonista vai além de seus limites e entrega uma atuação e momentos graciosos.
-29 de Junho de 2022
-Dou nota 7/10
Filme maravilhoso! Gostei de conhecer um pouco da história dele e a luta para mostrar sua arte em um país autoritário. 24/06/2021
Um filme belo e tocante. Uma história forte e real como muitas, ainda anônimas, por aí. Mostra como um regime opressor é destrutivo, seja no Irã ou em qualquer parte do planeta.
Filme delicado. Abordagem discreta e interessante do contexto sociopolítico em que se passa a trama, com ênfase na experiência da cena da dança em seus elementos estéticos (tal qual vivenciado pelo espectador e pelos bailarinos) e idiossincráticos (do impacto da experiência artística da dança sobre o EU). Filme tocante, admirável, necessário e rico. Recomendo.
O dançarino no deserto conta a incrível história real de Afshin Ghaffarian, um iraniano tentando ser dançarino dentro de um regime opressor, onde a dança é proibida.
O filme começa com Afshin ainda criança, dançando na sala de aula. Ele é repreendido pelo ato pecaminoso, mas incrivelmente também consegue indicação de uma escola secreta, uma escola sobre arte, sobre tudo que o regime do país proibia, o que muda sua vida. Uma década depois, como adulto, já na universidade, ele cria uma companhia de dança clandestina, cercada sempre de medo. Mas nada o impede de montar uma apresentação belíssima no meio do deserto.
Contar a história do filme não é o suficiente, pois é impossível transferir com palavras o sentimento do filme. Afshin luta contra a opressão, luta pela liberdade. As cenas de dança são emocionantes e recheadas de sentimento, de significado. A dança não é apenas corpos em movimento, é liberdade,é paixão, é luta, é revolução.
Sem querer soltar spoiler, mas a cena final é tão incrível que me levou à lágrimas. Afshin consegue transformar a dança em algo político, sem nunca perder a beleza e elegância. É uma cena forte, e incrivelmente emocionante.
http://todasasluzes.blogspot.com.br/2015/04/critica-o-dancarino-no-deserto-richard.html