Num hotel de Paris, dois detetives investigam a morte de uma misteriosa personagem. Enquanto isso, Jim Fox Warner, um treinador de boxe, espera que o seu rapaz saia vencedor, a fim de poder ajustar contas com a máfia.
Uma verdadeira salada de frutas que em boa parte do filme não dá nem pra entender direito qual é o enredo. Possivelmente um dos mais fracos que vi do diretor até agora.
Vejo filmes do Godard e sempre é essa impressão que tem muita coisa acontecendo e ao mesmo tempo de que nada está acontecendo. Não consigo captar as mensagens, não é pra mim.
Ainda que pareça um Godard mais acessível para quem não está acostumado com sua estética, o uso metalinguístico me deu um desânimo que nem sei como consegui chegar ao fim. A unica satisfação veio em poder ver a Julie Delpy adolescente, já tão linda.
Nem mesmo a minha devoção extremada pelo diretor salvou-me do enfado que este filme causa. O ponto de partida é interessante, o ritmo propositalmente lento e experimental agrada inicialmente, o elenco é ótimo, mas... Muitos dos atores (Jean-Pierre Léaud à frente) parecem deslocados, a trama geral é irregular (a única das subtramas que me agradou de fato é aquela do boxeador, já que vemos as jovens Julie Delpy e Emmanuelle Seigner lindas e seminuas, além do belo rapazola que despeja socos contra o ar, vestindo apenas cuecas) e os maravilhosos diálogos românticos se perdem em meio a frases policialescas de efeito chavonado. Tenho de revê-lo, claro, mas, por enquanto, estou deveras insatisfeito! :( (WPC>)
Uma verdadeira salada de frutas que em boa parte do filme não dá nem pra entender direito qual é o enredo. Possivelmente um dos mais fracos que vi do diretor até agora.
Vejo filmes do Godard e sempre é essa impressão que tem muita coisa acontecendo e ao mesmo tempo de que nada está acontecendo. Não consigo captar as mensagens, não é pra mim.
Ainda que pareça um Godard mais acessível para quem não está acostumado com sua estética, o uso metalinguístico me deu um desânimo que nem sei como consegui chegar ao fim. A unica satisfação veio em poder ver a Julie Delpy adolescente, já tão linda.
A história inicialmente não chega a ser ruim, mas o ritmo do filme é muito lento e seu desenvolvimento acaba sendo arrastado, além de chato.
Nem mesmo a minha devoção extremada pelo diretor salvou-me do enfado que este filme causa. O ponto de partida é interessante, o ritmo propositalmente lento e experimental agrada inicialmente, o elenco é ótimo, mas... Muitos dos atores (Jean-Pierre Léaud à frente) parecem deslocados, a trama geral é irregular (a única das subtramas que me agradou de fato é aquela do boxeador, já que vemos as jovens Julie Delpy e Emmanuelle Seigner lindas e seminuas, além do belo rapazola que despeja socos contra o ar, vestindo apenas cuecas) e os maravilhosos diálogos românticos se perdem em meio a frases policialescas de efeito chavonado. Tenho de revê-lo, claro, mas, por enquanto, estou deveras insatisfeito! :( (WPC>)