Eliane Medeiros
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Últimas opiniões enviadas

Herege (Heretic) 691

Herege

  • Eliane Medeiros
    1 ano atrás

    Posso estar errada, mas minha interpretação final a de que nós temos duas escolhas a acreditar:

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    A primeira: para aqueles que acreditam na fé, assim como a Paxton, podem tendenciar a crer que o poder de oração realmente a ajudou a obter uma espécie de milagre, que foi o acordar por alguns instantes da sua colega apenas para salvá-la, e assim posteriormente ela conseguiu sair da casa.
    A segunda: para aqueles descrentes, ela simplesmente morreu ali porque orar não adianta de nada, e tudo após isso foi alucinação. Por isso, mesmo após ela sair da casa, o celular continuou como 'sem serviço' quando caiu no gramado, já que ele ainda estava dentro da casa junto a ela, morta. E a borboleta também é fruto da imaginação no estado de quase morte.

    Porém, vale lembrar que no início do filme sua colega disse que existia vida após a morte e que ela reencarnaria como uma borboleta. Então, ela ao alucinar que saiu da casa, enxergou naquela borboleta sua amiga reencarnada, e por ser apenas um delírio a borboleta sumiu logo depois?

    Enfim, não achei o final ruim como muitos disseram. Achei até muito bem colocada essas ambiguidades.

  • Aeroporto: Área Restrita (6ª Temporada) (Aeroporto: Área Restrita (6ª Temporada)) 6

    Aeroporto: Área Restrita (6ª Temporada)

  • Eliane Medeiros
    1 ano atrás

    "Atenção equipe, capivara na pista" top 1 piores códigos da história. Fico até um pouco constrangida quando soltam essa.

  • Zona de Interesse (The Zone of Interest) 694

    Zona de Interesse

  • Eliane Medeiros
    2 anos atrás

    Em 2019 visitei o campo de concentração de Sachsenhausen, que mantém boa parte da estrutura original para visitação, dos barracões até os locais da câmera de gás e crematórios e, não prestei atenção quando cheguei ao local, mas ao sair de lá, talvez por causa do meu estado de repulsão, notei muitas casas próximas, bem próximas, coladas no muro, e fiquei pensando se elas já existiam ali na época, se foram conviventes com toda a dor, se tinham desconforto com o que acontecia além do muro de sua propriedade, ou se foram construídas depois, e pesquisando descobri que as casas já existiam, e a maioria era de oficiais, mas também existiam pessoas comuns. Os moradores da cidade colaboravam com os agentes da SS ao devolver os fugitivos pois havia um consenso sobre a "limpeza das raças" ser algo bom, e também porque eles queriam fazer parte dessa nova sociedade e entendiam que colaborar poderia lhes trazer benefícios.
    Eu que conhecia de leituras e filmes todo o horror, nunca tinha parado para pensar sobre o que ocorria em torno dessas instalações, e então presenciar as casas ao redor foi como perceber e adentrar na banalidade cotidiana do mal. E o filme retrata bem essa banalidade: a vizinha que em meio a um genocídio tem como maior preocupação a cortina da sala. O general e pai amoroso que adora animais e conta histórias de ninar para os filhos enquanto fala de uma niva camera de gás como quem fala de um novo eletrodoméstico comum. A mãe cúmplice que cultiva plantas, legumes e um jardim, e cuida com todo amor e alegria da casa e dos filhos. As crianças que brincam alheias a qualquer crueldade. Tudo isso ao lado do terror, adaptados a ele. Ninguém é vilanizado, mas é impossível não notar o cinismo e indiferença diante da vida perfeita aos custos do abuso de vidas. É apenas assassinato de pessoas, como uma meta de produtividade de uma empresa. É algo banal, como vem acontecendo em Gaza.

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