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Data de lançamento
3 Out. 2019Alemanha, logo após a Segunda Guerra Mundial. O jovem Siggi Jepsen (Levi Eisenblätter) tem que escrever um artigo sobre o tema "As alegrias do dever" em um centro de detenção. Ele não encontra insíração para começar. Quando ele tem que fazer o trabalho no dia seguinte, desta vez como uma punição em uma cela, ele registra suas memórias obsessivamente. Memórias de seu pai, Jens Ole Jepsen, um policial que era uma das autoridades de uma pequena aldeia do norte da Alemanha e que se dedicava de todo coração aos deveres de seu cargo.
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"Aprender a pintar a dor" : filmar a dor. Cada fotograma realça a beleza plena da arte e sua recusa mimetizada pela destruição, pela ojeriza que a liberdade artística, a liberdade humana, provocam naqueles a quem o dever, as leis da moral importam mais que a própria vida. Destruir a beleza é destruir a capacidade humana de sonhar, de constituir-se a si mesmo como sujeito de sua própria história. O horror é sempre essa escuridão, esse lamaçal rígido de uma lucidez caduca e arcaica na medida em que seus olhos foram vazados pela aniquilação da morte que propõe como se fosse está uma pulsão de vida quando na verdade, bem sabemos, é o seu oposto.
Alemães neuróticos desfilando suas idiossincracias, especialmente o pai de Siggi, tornam o filme pesado além da conta. Os atores são bons, o enredo, embora cansativo, é interessante etc., mas nesses tempos de pandemia nossa vida já anda demasiadamente dramática, então assistir a um filme com um personagem como Jens Jepsen, que nos faz lembrar de sinistras figuras brasileiras da atualidade, é dose forte demais... Quero uma boa comédia alemâ, ou de qualquer outro lugar, por favor!
um bom filme ,faltou uma finalização a altura , perdeu estrelas por isso
Um bom filme que deveria ser melhor conhecido.