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Data de lançamento
19 Set. 2019Duração
Primeiro filme de horror na história do Panamá, "Diabo Vermelho" segue um motorista de ônibus que é vítima de um misterioso feitiço e acaba perdido na floresta de Chiriqui, onde terá que combater criaturas maléficas com a ajuda de seu assistente, um padre e dois policiais.
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Diabo Vermelho (Diablo Rojo PTY) - Panamá - 2019 - visto no dia 01.08.20
Pensar que esse é o primeiro filme de terror do Panamá, tenho a honra de assisti-lo pelo seu significado do cinema do país. Aqui a trama é bem simples, uma trasheira que mistura comédia, cenas non-sense, efeitos visuais toscos, bichos grotescos, chega a ser tão engraçado. Uma viagem esse filme sobre o folclore, lendas urbanas, uma adaptação sobre a crendice popular. Os personagens são bem caricatos, engraçados, e cada um com a sua característica bem acentuada. Tem os burros, tem os doidos, alguns bem exagerados em sua personalidade, atitudes. Bom é um filme bem divertido, uma trama básica que te emerge na história, prende atenção até o fim, consegue ser uma história bem legal. Filme despretensioso que mostra a fé de um povo simples, história com referência folclórica, acontecimentos criativos, exagerados, bem humorado. Trash puro. Gostei bastante apesar de ser comum, um tema já explorado antes, mas a abordagem que conta.
Nota: 7,0
Fraquinho d+ coitado!!!
Que filme lindo! Apesar da atmosfera de terror e da reverberação dos cânones genéricos um tanto oitentistas, o filme converte-se num belo drama feminino, quando as lendas convergem num mesma gênese de ódio: o abandono por parte de covardes machos engravidadores. Neste sentido, o modo como os personagens são inseridos posicionalmente torna o roteiro ainda mais inteligente: de um lado, as mulheres vilanizadas, as bruxas apavorantes e aparentemente indignas de perdão (quando o que merecem é a misericórdia intensiva); do outro, dois paspalhos infratores (um deles, maconheiro - o que rende excelentes chistes contraventores), um padre e dois policiais, estabelecendo conflitos internos com a falibilidade institucional dos conceitos de ordem pública. Em suas entrelinhas, portanto, é muito mais que um filme de terror, ainda que seja brilhante justamente por assumir-se como tal e cumprir à risca as exigências aguardadas por seu fiel (e ávido) público-alvo. A música-tema é belíssima (deixaria Riz Ortolani orgulhoso). Temi - e quis - assustar-me, saí da sessão orgulhoso. Muito obrigado, cinema panamenho. Parabéns por esta jóia assemelhada às comédias populares cubanas (risos). Ótimo e mui empolgante! (WPC>)
É o primeiro filme de terror do Panamá e começaram bem!
Um salve ao cinema independente de gênero! Obg Fantaspoa!