A história se passa em Clerville na década de 1960 e conta sobre o encontro entre o “ladrão anti-heroico” Diabolik e a fascinante Eva Kant — um encontro em que amor e crime se unem em uma mistura explosiva. E apenas o Inspetor Ginko parece capaz de frustrar os planos diabólicos do casal.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Cresci lendo Diabolik na Itália.
Eles tentaram ser o mais fiel possível aos quadrinhos, eu gostei.
Pra quem assiste sem ter conhecimento dos quadrinhos acho que pode achar cansativo, uma cópia fuleira de anti herói.
Diabolik é um anti herói italiano que inspirou a Disney italiana na criação do personagem Superpato (alter-ego do Donald), ou Paperinik no original.
O personagem não é lá muito inspirador, então não sei exatamente o que os criadores quiseram passar com ele. Ele rouba, sequestra, mata, droga pessoas e faz tudo isso com uma cara de total indiferença. Não pega lá muito bem. Até anti heróis infinitamente mais populares como Conan, Wolverine e Justiceiro têm motivação para suas ações e limites morais que não ultrapassam. Diabolik não tem nada disso, então você se pergunta qual é a do personagem. Por que ele faz o que faz? Fica a mensagem que sendo charmoso e esperto, tudo o que você faz é justificável per se. Não importa o que seja.
O ator que faz Diabolik tem o carisma de uma porta. Não passa nada. Talvez a intenção seja essa. O seu charme com as mulheres é coisa que o roteiro vende, não algo que o ator passe. Sua parceira Eva é ligeiramente melhor.
O filme entrega um misto de aventura de super herói com noir que certamente agradará muitos e é melhor que algumas produções de Marvel e DC. Não empolga em nenhum momento, mas tampouco faz você querer desistir ou pular cenas. É um entretenimento razoável e bem produzido para um filme italiano.
Filme meio vilão legal, noir, bonachão, romance, policial, Gothan City... bem bolado. Nada muito relevante, mas vale a assistida.
Muito bom o filme Italiano, é um tipo de ação/policial de N filmes, mas por ser um filme estrangeiro, curti bastante.
Só vale pela presença de MIriam Leone, da serie Non Uccidere.