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Data de lançamento
22 Out. 2009Duração
Intriga e paixão proibida, mantida em segredo pela Igreja Católica, durante milhares de anos. Num tempo em que a obediência total era exigida, João Anglicus (Johanna Wokalek) manteve-se como uma luz ao fundo do túnel numa era de trevas. No ano 853 D.C., após ter-se tornado um estudioso, curandeiro e professor de renome, ele ascendeu à posição mais elevada da terra: Papa da Igreja Católica.
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Uma salada mista de história, lenda e romance.
De qualquer forma, uma trama interessante, num filme competente, com boa ambientação histórica, geográfica e política; roteiro tranquilo, bons figurinos, fotografia e elenco.
Mostra a saga de Joana, uma mulher de origem humilde que em plena Idade Média se dedicou aos estudos e à sabedoria, quando a estrutura social e religiosa era baseada em dogmas católicos equivocados, inflexíveis e não racionais (como o da inferioridade física e intelectual das mulheres).
Mostra também que na Igreja de Roma do Século IX (época sombria, em que o povo simples penava de pobreza, doenças, medo e ignorância), haviam clérigos corruptos ocupando cargos de confiança do papa. Eram oportunistas e aproveitadores, que praticavam sem escrúpulos todo tipo de crimes e artimanhas, visando usurpar o poder, perseguir desafetos e transformar a vida das pessoas comuns num inferno.
Recomendável para quem curte conhecimento histórico. Nota 8.
O filme acabou e eu fiquei aqui pensando e olhando pra o nada...
Bem forte esses acontecimentos, a sensação constante de perigo da Johana faz parecer que ela poderia morrer o filme inteiro.
É um filme todo regado de caprichos.Desde o belo figurino,até chegar em Fotografia.O drama explorado envolve,consegue ser o principal instrumento,mas existe um romance que a todo momento arrisca roubar a cena.No mais,um contexto histórico que até hoje rende bons assuntos.
-23 de Novembro de 2021
Produção maravilhosa e um elenco ótimo. Os figurinos e cenários estão particularmente lindos, assim como a fotografia. A história é envolvente, mas o filme é um pouquinho cansativo devido à duração. A lenda da Papisa Joana foi muito bem contada, apesar de ter certos exageros e muitas aliviadas no que o livro traz e no que a própria época determinava. Porém, o mais importante é trazer essa história que, independente de ser real ou não - afinal, historiadores discutem sobre isso até hoje -, representa o poder feminino e a luta por uma vida na qual se possa correr atrás de seus sonhos, sem ser definida pelas imposições machistas da sociedade, por mais que seja preciso se disfarçar para atingir seus objetivos e fazer o bem pela humanidade.
Quero ver mais mulheres ganhando o mundo!