Queria ver esse filme por causa da cena inicial com o Gauss, que é bem legal. Apesar de poderem explorar a riqueza das vidas de duas figuras históricas importantes, o filme estava muito raso e chato, a fotografia também não favoreceu, e em pouco tempo houveram três cenas desnecessárias de nudez feminina deslocadas de qualquer narrativa válida. Larguei pela metade.
Baseado no livro homônimo de Daniel Kehlmann tem cenários e fotografia de primeira, mas não é tão envolvente assim ao mostrar cenas da vida de Humboldt (um dos pais da Geografia) e de Gauss (o príncipe das matemáticas), dois cientistas alemães de renome.
Como no livro as vidas dos dois são narradas alternadamente mas o tempo todo fica claro que, em busca do conhecimento, Humboldt vajava pelo mundo enquanto que Gauss não gostava nem mesmo de sair de sua cidade - fazer ciência era ficar sentado numa escrivaninha.
Fazer ciência no tempo deles (século XIX) não era fácil e nem sempre compensava às vezes, nem mesmo em termos de reconhecimento. Só que no livro essas coisas são tratadas com bastante humor e ironia - isso é um tanto escasso na adaptação cinematográfica. E olha que Kehlmann participou da elaboração do roteiro.
Queria ver esse filme por causa da cena inicial com o Gauss, que é bem legal. Apesar de poderem explorar a riqueza das vidas de duas figuras históricas importantes, o filme estava muito raso e chato, a fotografia também não favoreceu, e em pouco tempo houveram três cenas desnecessárias de nudez feminina deslocadas de qualquer narrativa válida. Larguei pela metade.
oi
boa
Baseado no livro homônimo de Daniel Kehlmann tem cenários e fotografia de primeira, mas não é tão envolvente assim ao mostrar cenas da vida de Humboldt (um dos pais da Geografia) e de Gauss (o príncipe das matemáticas), dois cientistas alemães de renome.
Como no livro as vidas dos dois são narradas alternadamente mas o tempo todo fica claro que, em busca do conhecimento, Humboldt vajava pelo mundo enquanto que Gauss não gostava nem mesmo de sair de sua cidade - fazer ciência era ficar sentado numa escrivaninha.
Fazer ciência no tempo deles (século XIX) não era fácil e nem sempre compensava às vezes, nem mesmo em termos de reconhecimento. Só que no livro essas coisas são tratadas com bastante humor e ironia - isso é um tanto escasso na adaptação cinematográfica. E olha que Kehlmann participou da elaboração do roteiro.