Minissérie. Acompanha Catherine Ravenscroft, uma jornalista documentarista de televisão cujo trabalho se baseia na revelação das transgressões de instituições há muito respeitadas.
quando o pai falou que achou estranho o gesto altruísta do filho que nunca se colocava em segundo lugar, matei a charada. Quando a mãe dela ouviu dormindo o relato, e, num gesto de amor, segurou a mão daquela filha ferida, juntei o resto. Se bem que a versão mais fácil é realmente a do livro. Mas nesse nosso mundo não podemos duvidar de nada e as mulheres acabam sempre questionadas, desacreditadas. .
A História é bem construída. Ótimas atuações, em especial do Stephen. Cate sempre arrasando.
Me chocou muito, na cena em que Stephen (o pai de Jonathan) queima as fotos íntimas deixadas pelo filho, ele percebe um detalhe crucial no reflexo de um espelho dentro de uma das fotografias, o pequeno Nicholas (filho de Catherine) assistindo ao abuso sofrido pela mãe.
o Stephen enfrentando a justiça por difamação ou coisa do tipo.
Mas achei o final bem ajustado, como tinha de ser: é quase impossível que isso não vá acontecer no futuro, e acho mais glamuroso que fique no imaginário do que forçar mais um episódio superexplicativo no padrão 'final de novela global'. E convenhamos,
a punição maior para o Stephen foi perceber que embarcou na manipulação de sua esposa e ter que viver com a ideia de que o seu filho foi um estuprador.
Foi entender que o título original (Disclaimer) de certa forma desmente que a relação entre Catherine e Johnathan foi consensual, pois a menção sobre violência sexual está lá o tempo todo — no próprio 'disclaimer' exibido no início de cada episódio.
Se isso foi uma escolha intencional, achei magistral.
quando o pai falou que achou estranho o gesto altruísta do filho que nunca se colocava em segundo lugar, matei a charada. Quando a mãe dela ouviu dormindo o relato, e, num gesto de amor, segurou a mão daquela filha ferida, juntei o resto. Se bem que a versão mais fácil é realmente a do livro. Mas nesse nosso mundo não podemos duvidar de nada e as mulheres acabam sempre questionadas, desacreditadas. .
Tenho pavor de gente como a mãe de Jonathan… Histriônica. Dona da verdade. Que passa a mão na cabeça do filho alecrim dourado. Uma Karen britânica.
Conseguiu me prender valendo! Assistia todas as noites, nunca pelo dia, não explicar o porquê! (rsrs)
Me chocou muito, na cena em que Stephen (o pai de Jonathan) queima as fotos íntimas deixadas pelo filho, ele percebe um detalhe crucial no reflexo de um espelho dentro de uma das fotografias, o pequeno Nicholas (filho de Catherine) assistindo ao abuso sofrido pela mãe.
Eu vi muitos comentários sobre o desfecho ter sido muito corrido e que deveria ter mostrado
o Stephen enfrentando a justiça por difamação ou coisa do tipo.
a punição maior para o Stephen foi perceber que embarcou na manipulação de sua esposa e ter que viver com a ideia de que o seu filho foi um estuprador.
Sabe o que me deixou intrigado após o plot no final?
Foi entender que o título original (Disclaimer) de certa forma desmente que a relação entre Catherine e Johnathan foi consensual, pois a menção sobre violência sexual está lá o tempo todo — no próprio 'disclaimer' exibido no início de cada episódio.
Pena que no terço-final perde o fôlego e perde a oportunidade de fechar com chave de ouro.