LORENA SILVEIRA
Salvador - (🇧🇷 BRA)
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Últimas opiniões enviadas

LORENA SILVEIRA
3 dias atrás

Excelente! Até aqui a melhor temporada! Eu ri muito.
Sigo amando Dwight.
O episódio 16 resume o coração de Michael!
Gostava de Karen…. Espero q ela fique ainda.
Ahhh… é boa demais!
Só acho meio sopa de chuchu Jim e Pam mas ok…..

editado
LORENA SILVEIRA
5 dias atrás

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Sempre um cara fraco, burro, egoísta e invejoso. Pqp! Não tem erro!

O filme é extremo, mas não é improvável. As coisas vão sendo relativizadas aos poucos: uma atitude aqui, outra ali, uma concessão acolá… até que o absurdo começa a parecer perfeitamente aceitável.

E a Liz? É a nova Serena Joy.
mas me deu ódio mesmo, foi do filho escroto... Desprezível

LORENA SILVEIRA
½
1 semana atrás

Que porre essa série. Achei que ia melhorar. Tem alguns momentos bons, mas uns 70% são chatice, viagens bizarras e uma pretensão intelectual que entrega muito pouco.

A série é pretensiosa demais. Quer ser inteligente, profunda, filosófica, existencialista… mas é medíocre. Deve ser muito bom escrever uma história assim: coloca um monte de coisa aleatória, faz uma mistureba de temas soltos (alguns até interessantes e que poderiam render boas histórias), cria situações e comportamentos completamente malucos, joga umas metáforas que ninguém sabe exatamente o que significam, inventa discussões vazias e pronto: está criado o selo de “série genial”.

E o melhor é que funciona. O espectador trouxa passa a inventar mil teorias para preencher os buracos: arrebatamento, céu, inferno, purgatório, vida após a morte, dimensões paralelas… e, no final, ainda solta um “nossa, que incrível e inovador!”. É uma ótima estratégia: se a história não explica, o público explica por ela. Se não faz sentido, vira mistério. Se é confuso, é “complexo”. Se é vazio, é “existencialista”.

É tão boba e superficial que reduz as dores do mundo à perda de alguém que se foi naquele tal dia 14. Como se essa fosse a única dor possível e insuperável. Como se antes ninguém tivesse perdido ninguém. Como se a vida não fosse, desde sempre, uma sucessão de perdas, dificuldades, traumas, frustrações e recomeços.

Por isso, a série fica chovendo no molhado. Dramatiza absurdamente aquilo que não precisa de tanta dramatização, prolonga arcos dramáticos que não se sustentam e transforma sofrimento em uma espécie de competição de autopiedade.

E nem vou falar da seita, porque aquilo simplesmente não faz sentido. Muito potencial desperdiçado. Uma elaboração pobre para uma premissa que tinha possibilidades enormes.

O que foi aquele arco de Meg (a personagem mais pedida do rolê) e Tom?! 😂

Os personagens, por sua vez, são fracos e mal construídos. E, não evoluem. Eles andam em círculos. Recusam-se a dar o próximo passo e preferem o conforto da própria miséria, ou então procuram respostas em seitas, maluquices e experiências completamente sem pé nem cabeça.

Ninguém busca ajuda. Ninguém faz terapia. Ninguém tenta, de fato, reconstruir a própria vida de uma maneira minimamente racional. A narrativa se arrasta ancorada quase exclusivamente na autopiedade.

E QUE ENCHE O SACO.

Haja niilismo!

Aí, para finalmente produzir um bum e carimbar o rótulo de “genial”, a narrativa resolve juntar praticamente todos os personagens no mesmo lugar e entregar um plot twist como se isso fosse suficiente para justificar tudo o que veio antes.

Não é.

Não adianta passar nove episódios acumulando situações sem sentido, comportamentos inexplicáveis e arcos mal desenvolvidos e depois jogar todo mundo no mesmo lugar para produzir um grande momento catártico. Fim impactante não transforma desenvolvimento medíocre em boa construção narrativa.

E são tantas coisas ruins para falar que daria um livro.

Agora, nem tudo é desgraça.

Gostei da Tia Lydia como fantasminha camarada. 😂

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

Inclusive o ponto alto da série para mim foi a parte do hotel, onde Kevin vai matar Patty e é forçado a ver o passado dela, entender seus abusos domésticos e sentir empatia por ela. Ao jogar a pequena Patti no poço, ele não a mata com ódio, mas com compaixão. É assim que ele se livra do fantasma dela.

O melhor e mais bem construído personagem continua sendo o padre, apesar de todas as minhas ressalvas.

Também ri no episódio 6 com o velho contando para Kevin sobre a experiência de matar o “obsessor” dando como exemplo o cara da torre q era a “história viva de sucesso”. Kkkkk

E Mary também matou alguém no hotel purgatório.

Kkkkkkkkk.

Enfim… saímos de nada para lugar nenhum.

editado
  • Filmow 4 dias atrás

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    Olá, cinéfilo!

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    Bons filmes!
    Equipe Filmow

  • Jordison 7 meses atrás

    Assista que vale a pena

  • Jordison 7 meses atrás

    Essa série aborda o conflito entre os Estados Unidos e o Oriente Médio de maneira extremamente eficaz. Homeland (2011-2020) é uma das séries americanas mais conceituadas e premiadas dos Estados Unidos. Confira a sinopse:

    "A trama gira em torno do sargento americano Nicholas Brody, um fuzileiro de guerra que é encontrado no Iraque após oito anos desaparecido. Ele volta para os Estados Unidos como herói e passa por um difícil processo de readaptação social. O problema é que a oficial de operações da CIA, Carrie Mathison, passa a acreditar que Brody foi convertido pelo líder da Al-Qaeda, Abu Nazir."

    Essa é uma das que mais amooo!

    PS: Está disponível na Netflix e Disney Plus atualmente