Não tenho preconceito contra nenhum tipo de filmes, apesar de não ser muito chegado a produções independentes e ser inegavelmente um viciado nas produções emlatadas de Hollywood, crime que carrego sem muito peso na consciência, mas ainda assim tenho o coração aberto para qualquer produção, desde que tenha uma boa história, coisa que aqui não existe.
Tem roteiristas que escrevem histórias onde só eles mesmos vem alguma luz no fim do túnel, são histórias tão pessoais que você fica procurando o sentido e não consegue achar, não adianta nada você escrever uma história que só você graça, é necessário criar algo mais abrangente, e minimamente interessante.
Estamos diante de um filme, apático, insosso e sem que haja nenhum elemento que desperte a atenção e o interesse de quem assiste. Temos um casal vivendo uma vidinha medíocre que nitidamente os sufoca, e que acabam se separando para um final de semana qualquer, isso sem falar do péssimo inútil plot do osso.
O filme é salvo da completa mediocridade devido ao seu elenco, atores famosos que resolveram fazer um ato de caridade e aceitaram trabalhar nessa bomba, na certa, por serem amigos de algum produtor porque se for por conta do roteiro haja mau gosto envolvido.
Sem pé,nem cabeça! Acompanhamos uma história que exagera nos diálogos e acaba se tornando cansativa logo nos primeiros minutos. O bom elenco não consegue desempenhar bons personagens.
-Especial Orlando Bloom - 27 de Março de 2019 -Dou nota 3/10
O filme tem uma trama interessante e consegue prender atenção mas infelizmente é mal conduzido e muito chato. O elenco é excelente com direito a Brie Larson, Anna Kendrick, Chris Messina e Orlando Bloom e o casal principal está bem em seus papéis fora que a história é bem interessante sobre a monogamia e a mesmice do casamento, mas o final cai no clichê (o que me desagradou bastante) e como já comentado é tão lento que fica muito cansativo apesar de ser bem curto.
Filme indie que tenta refletir sobre a perda da individualidade após o casamento, e a perda de liberdade após um filho. Muito papo e ossos para nada. Inócuo.
É estranho mas eu gostei.... e que elenquinho foda.
Digging for Fire
Não tenho preconceito contra nenhum tipo de filmes, apesar de não ser muito chegado a produções independentes e ser inegavelmente um viciado nas produções emlatadas de Hollywood, crime que carrego sem muito peso na consciência, mas ainda assim tenho o coração aberto para qualquer produção, desde que tenha uma boa história, coisa que aqui não existe.
Tem roteiristas que escrevem histórias onde só eles mesmos vem alguma luz no fim do túnel, são histórias tão pessoais que você fica procurando o sentido e não consegue achar, não adianta nada você escrever uma história que só você graça, é necessário criar algo mais abrangente, e minimamente interessante.
Estamos diante de um filme, apático, insosso e sem que haja nenhum elemento que desperte a atenção e o interesse de quem assiste. Temos um casal vivendo uma vidinha medíocre que nitidamente os sufoca, e que acabam se separando para um final de semana qualquer, isso sem falar do péssimo inútil plot do osso.
O filme é salvo da completa mediocridade devido ao seu elenco, atores famosos que resolveram fazer um ato de caridade e aceitaram trabalhar nessa bomba, na certa, por serem amigos de algum produtor porque se for por conta do roteiro haja mau gosto envolvido.
Sem pé,nem cabeça!
Acompanhamos uma história que exagera nos diálogos e acaba se tornando cansativa logo nos primeiros minutos.
O bom elenco não consegue desempenhar bons personagens.
-Especial Orlando Bloom - 27 de Março de 2019
-Dou nota 3/10
O filme tem uma trama interessante e consegue prender atenção mas infelizmente é mal conduzido e muito chato. O elenco é excelente com direito a Brie Larson, Anna Kendrick, Chris Messina e Orlando Bloom e o casal principal está bem em seus papéis fora que a história é bem interessante sobre a monogamia e a mesmice do casamento, mas o final cai no clichê (o que me desagradou bastante) e como já comentado é tão lento que fica muito cansativo apesar de ser bem curto.
Filme indie que tenta refletir sobre a perda da individualidade após o casamento, e a perda de liberdade após um filho. Muito papo e ossos para nada. Inócuo.