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Cristian é um saxofonista filho de Marco Aurélio Aquino, um luthier italiano de uma pequena cidade da Itália. Depois da morte do pai, que sempre o influenciou no aprimoramento da sua vocação, Cristian vem para o Brasil para morar com um tio.
Cristian cresce, se casa com Julia, constrói uma família, e torna-se um corretor de seguros de vida, mas a sua ligação com a música sempre esteve muito forte e presente dentro de si. Um dia Cristian é indicado para visitar um cliente sem imaginar de que se tratava de um renomado maestro, Mark Anderson. Neste encontro, vem à tona a ligação incomum entre eles, e logo Mark, impressionado com o inconfundível talento de Cristian, decide fazer dele uma referencia do Jazz. Em meio a uma série de acontecimentos paralelos, Cristian retorna à Itália e encontra um novo amor, Clarice. Cristian e Clarice motivam-se a superar todos os obstáculos para ficarem juntos e alcançarem seus sonhos durante um percurso de enredos fascinantes, românticos, alegres e, às vezes, dramáticos, que acontecem no Brasil e na Itália.
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As paisagens italianas são o ponto alto de "Diminuta". A fotografia é delicada e intimista, um convite à contemplação. Há um cuidado estético evidente e o filme se sustenta nisso. No entanto, a beleza visual não se traduz em força narrativa.
As atuações deixam a desejar, sem a intensidade necessária; o drama que cerca o protagonista parece não ter fim. Outro grave percalço é o áudio dublado e fora de sincronia, que quebra totalmente a naturalidade das cenas. A narrativa, por sua vez, se arrasta em longos trechos da vida do personagem, que pouco acrescentam ao desfecho. A história investiu no excesso de sofrimento, deixando em segundo plano temáticas mais interessantes, como a memória, identidade, reencontros e recomeços.
No fim, "Diminuta" é um filme pouco marcante. A escolha por encerrar a trama de forma abrupta, sem um ápice ou resolução convincente, reforça a sensação de que ficou faltando algo. O resultado é uma obra que privilegia a estética, mas não consegue sustentar o interesse, restando somente a lembrança das paisagens.