O filme narra uma experiência real vivida pelo escritor e poeta Carlos Framb, de 40 anos.
A noite de sábado, 20 de outubro de 2007, seria a última para o poeta Carlos Framb e sua amada mãe. Luzmila Alzate, uma adorável idosa de oitenta e dois anos que sofria de inúmeras doenças e concordou com seu filho em acabar com seu sofrimento naquele mesmo dia. Embora Framb não tenha confessado a ela, ele decidiu acompanhá-la na última viagem.
Ele não se lembra de nada do que aconteceu desde o momento em que se deitou para morrer e o momento em que recuperou a consciência, três dias depois. Framb deixou de ser um poeta renomado para se tornar um presidiário abominável acusado de matar sua mãe.
Sem dúvida, este testemunho é inclassificável. Nos deixa arrepios, não só pela dureza, mas também pela beleza. Este filme adentra ao mais profundo da alma humana, que exalta os elevados valores da espécie e que reflete uma sensibilidade desconcertante.
Sendo o amor um dos motores fundamentais da nossa conduta, das nossas alegrias e das nossas dores, usamos tão poucas palavras para falar dele. Isso limita a nossa compreensão desse fenômeno e limita também a nossa capacidade de entender, que nem a religião e nem o estado devem decidir quando ou como alguém pode acabar com a sua vida.
“Assim, não consideremos feliz nenhum ser humano, enquanto ele não tiver atingido, sem sofrer os golpes da fatalidade, o termo de sua vida.” (Sófocles)
Sem uma história surpreende, uma narrativa cansativa e óbvia. É um bom filme, mas nada de memorável ou especial. Cumpre o papel.
Excelente filme. Muito real, muito humano, muito a ver com o dia a dia que vivemos.
Colômbia fazendo filmes melhores que os nossos.
Recomendado demais.
[/spoiler] ele lendo Cem Anos de Solidão enquanto a mãe morre do seu lado é uma das cenas mais tristes que já vi
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Muito bom este drama colombiano baseado em fatos. Recomendo.
O filme narra uma experiência real vivida pelo escritor e poeta Carlos Framb, de 40 anos.
A noite de sábado, 20 de outubro de 2007, seria a última para o poeta Carlos Framb e sua amada mãe. Luzmila Alzate, uma adorável idosa de oitenta e dois anos que sofria de inúmeras doenças e concordou com seu filho em acabar com seu sofrimento naquele mesmo dia.
Embora Framb não tenha confessado a ela, ele decidiu acompanhá-la na última viagem.
Ele não se lembra de nada do que aconteceu desde o momento em que se deitou para morrer e o momento em que recuperou a consciência, três dias depois. Framb deixou de ser um poeta renomado para se tornar um presidiário abominável acusado de matar sua mãe.
Sem dúvida, este testemunho é inclassificável. Nos deixa arrepios, não só pela dureza, mas também pela beleza.
Este filme adentra ao mais profundo da alma humana, que exalta os elevados valores da espécie e que reflete uma sensibilidade desconcertante.
Sendo o amor um dos motores fundamentais da nossa conduta, das nossas alegrias e das nossas dores, usamos tão poucas palavras para falar dele.
Isso limita a nossa compreensão desse fenômeno e limita também a nossa capacidade de entender, que nem a religião e nem o estado devem decidir quando ou como alguém pode acabar com a sua vida.
“Assim, não consideremos feliz nenhum ser humano, enquanto ele não tiver atingido, sem sofrer os golpes da fatalidade, o termo de sua vida.” (Sófocles)