Compartilhe "Do Underground ao Emo" com seus amigos:
Link copiado para a área de transferência!
Sinopse
Mostra as bandas independentes da cena hardcore melódico brasileira, da segunda metade da década de 90 até os dias atuais. Dead Fish, CPM22, Garage Fuzz e NxZero são alguns dos entrevistados
Bom para expor que dentro da própria cena hardcore/emocore BR tava cheio de marmanjo que surfava na onda mas era (e ainda é) cheio de preconceito, tentando porcamente disfarçar a homofobia na frente das câmeras. Chega a ser engraçado ver o Badauí falando do visual dos caras usando um moletom dos Misfits. Noutro documentário (‘Nem Tudo Que Acaba Tem Final’) fica ainda mais claro como caras tipo o Luringa e o Japinha são uns merdas, e que as acusações que surgiram recentemente não surpreendem nada. O Koala literalmente manda um ""inclusive tenho vários amigos gays"... Ainda bem que as bandas com esses caras foram as que eu nunca gostei mesmo, alá Strike que é uma bosta (assim como o Marcelo Mancini).
A Fresno, que era talvez a mais zuada por essa galera, foi a que melhor soube se virar de volta para o underground e se mantém tanto musicalmente, quanto reconhecendo aquele contexto e abraçando sua importância.
Bom. Mostra alguma coisa da trajetória punk e handcore nacional e ainda que eu seja mais pop rock e Legião Urbana, ainda assim foi bom conferir e ver a trajetória de bandas como CPM, Raimundos, Cueio Limão, dentre outras boas bandas mostrando que a Música nunca para! Confira *__*
Um ótimo registro. Realmente estas produções nacionais deveriam ser mais aproveitadas! Registrar uma época tão legal para muita gente (a qual me incluo) é algo sensacional. O som não pode parar!
Bom retrato de uma época da cena musical brasileira contada por seus protagonistas.
Bom para expor que dentro da própria cena hardcore/emocore BR tava cheio de marmanjo que surfava na onda mas era (e ainda é) cheio de preconceito, tentando porcamente disfarçar a homofobia na frente das câmeras. Chega a ser engraçado ver o Badauí falando do visual dos caras usando um moletom dos Misfits. Noutro documentário (‘Nem Tudo Que Acaba Tem Final’) fica ainda mais claro como caras tipo o Luringa e o Japinha são uns merdas, e que as acusações que surgiram recentemente não surpreendem nada. O Koala literalmente manda um ""inclusive tenho vários amigos gays"... Ainda bem que as bandas com esses caras foram as que eu nunca gostei mesmo, alá Strike que é uma bosta (assim como o Marcelo Mancini).
A Fresno, que era talvez a mais zuada por essa galera, foi a que melhor soube se virar de volta para o underground e se mantém tanto musicalmente, quanto reconhecendo aquele contexto e abraçando sua importância.
Bom. Mostra alguma coisa da trajetória punk e handcore nacional e ainda que eu seja mais pop rock e Legião Urbana, ainda assim foi bom conferir e ver a trajetória de bandas como CPM, Raimundos, Cueio Limão, dentre outras boas bandas mostrando que a Música nunca para!
Confira *__*
my chemical roraima
Um ótimo registro. Realmente estas produções nacionais deveriam ser mais aproveitadas! Registrar uma época tão legal para muita gente (a qual me incluo) é algo sensacional. O som não pode parar!