Drama feito para a TV para a rede NBC, baseado na peça de Tennessee Williams (1911-1983). Apesar de contar com a diva Elizabeth Taylor (1932-2011) no elenco, esta refilmagem do clássico Doce pássaro da juventude (62), é bem inferior ao original. A adaptação é fraca e sem brilho, apesar das boas atuações do elenco principal. Rip Torn (Boss Finley) estava na versão original do filme como o filho de Finley.
Este remake é definido no final dos anos 50. No entanto, Alexandra del Lago paga com um cartão de crédito, não com cheques como na peça original e no filme original. Também alguns dos figurinos, especialmente os de Heavenly, são muito mais antigos do que os anos 50 e início dos anos 60. O diretor inglês Nicolas Roeg (1928-2018) fez filmes muito melhores em sua carreira: A longa caminhada (71), Inverno de sangue em Veneza (73), O homem que caiu na Terra (76), dentre outros mais.
O melodrama conta a estória de uma estrela de cinema falida e envelhecida, Princesa Kosmonopolis, enfrenta um ambicioso massagista e gigolô, Chance Wayne, que a leva para casa apenas para se exibir diante de sua ex-namorada e seu pai poderoso.
Um filme para a TV muito pouco conhecido, infelizmente. É a segunda adaptação (até onde eu sei) dessa peça do Tennessee Williams, por sinal muito boa. Aborda temas como transgressão e culpa, uso e abandono de pessoas, valorização exacerbada da beleza e juventude pela mídia. Elizabeth Taylor incorpora muito bem uma atriz veterana que quer retornar a ser estrela. E o ator Mark Harmon se sai bem em seu papel de gigolô que quer se dar bem mas é surpreendido pelas circunstâncias. Os confrontos entre eles são o melhor desse filme que merecia ser mais visto.
Drama feito para a TV para a rede NBC, baseado na peça de Tennessee Williams (1911-1983). Apesar de contar com a diva Elizabeth Taylor (1932-2011) no elenco, esta refilmagem do clássico Doce pássaro da juventude (62), é bem inferior ao original. A adaptação é fraca e sem brilho, apesar das boas atuações do elenco principal. Rip Torn (Boss Finley) estava na versão original do filme como o filho de Finley.
Este remake é definido no final dos anos 50. No entanto, Alexandra del Lago paga com um cartão de crédito, não com cheques como na peça original e no filme original. Também alguns dos figurinos, especialmente os de Heavenly, são muito mais antigos do que os anos 50 e início dos anos 60. O diretor inglês Nicolas Roeg (1928-2018) fez filmes muito melhores em sua carreira: A longa caminhada (71), Inverno de sangue em Veneza (73), O homem que caiu na Terra (76), dentre outros mais.
O melodrama conta a estória de uma estrela de cinema falida e envelhecida, Princesa Kosmonopolis, enfrenta um ambicioso massagista e gigolô, Chance Wayne, que a leva para casa apenas para se exibir diante de sua ex-namorada e seu pai poderoso.
Um filme para a TV muito pouco conhecido, infelizmente. É a segunda adaptação (até onde eu sei) dessa peça do Tennessee Williams, por sinal muito boa. Aborda temas como transgressão e culpa, uso e abandono de pessoas, valorização exacerbada da beleza e juventude pela mídia. Elizabeth Taylor incorpora muito bem uma atriz veterana que quer retornar a ser estrela. E o ator Mark Harmon se sai bem em seu papel de gigolô que quer se dar bem mas é surpreendido pelas circunstâncias. Os confrontos entre eles são o melhor desse filme que merecia ser mais visto.