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Trata-se de um documentário da autoria de Sami Saif que, mais do que um pretexto para apresentar imagens dos bastidores deste filme com Nicole Kidman, Stellan Skarsgaard, Paul Bettany, Ben Gazzara, Lauren Bacall ou James Caan, se assume como uma «confissão»: «Dogville Confessions», para além de imagens exclusivas durante a rodagem no Inverno sueco, mostra cenas cortadas e entrevistas exclusivas, feitas em «caixas de confissão» semelhantes às da Igreja Católica, em que os actores e o realizador falam e emocionam-se directamente para as câmaras, durante todo o tempo da rodagem.
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A expressão da Nicole Kidman na entrevista coletiva resume o documentário e a produção do filme.
O filme foi transformado em teatro c/ Fábio Assunção e a Mel Lisboa, prevista a estréia em Novembro 2018.
Bora ver!!
Muito interessante este conceito de clima descontraído que vai gradualmente se transformando num inferno astral, algo que acontece em quase todo set de filmagem, mas que para Von Trier e sua equipe parece ser maximizado umas cinco vezes.
Deixei de ter medo do Lars Von Trier depois de ver esse documentário. Imaginava que ele fosse uma pessoa pervertida e insana, mas estou chocado em como ele é sensível e feminino. Agora acho que consigo acreditar na teoria de que ele reflete a própria personalidade nas personagens femininas (achei que a personalidade dele tava refletida nos personagens sádicos que maltratam as coitadas uhsauhasuhas).
Deu muita pena dele vendo esse documentário, nossa, alguns atores são bem escrotos, ein? A Nicole Kidman até tratava ele muito bem, só que essa de ficar reclamando do que tinha que fazer nas cenas, pedindo socorro, tipo, pelamor né filha? Você não leu o roteiro antes de fazer o filme não, querida? Nossa, vontade de dar na cara dela. Mas achei muito legal ela ter dado uma sugestão pra ele de cena, aquela dela deitada com o homem na cama e tal. Só que me deu muita agonia também ver como o Lars reagiu à crítica dela, que nem uma criança levando bronca a professora, socorro KKKKKKK
Gente, deu pra ver como dá trabalho fazer um filme, exige muito do psicológico da pessoa, meu Deus!! O povo tá ali, trabalhando, ganhando dinheiro, mas só sabe reclamar da vida e tirar com a cara dele. E depois ele que é o maluco? Me poupe né.
Sobre as cenas pesadas do filme: achei engraçada a cara que ele fez assistindo, me fez realmente acreditar que ele tem sentimentos humanos e que não é um pervertido que se delicia com o sofrimento de atrizes bonitas uhsauhasuhas Deu também pra ver que essas cenas deixam um clima bem pesado e abalam o ambiente de trabalho. Nossa, é bizarro isso! E deu pra ver que ele se sentiu culpado, como se tivesse de alguma forma maltratando os atores. Pior que eles agem como se realmente estivessem sendo maltratados. Mais uma vez: vocês não leram que tinha isso no roteiro, cacete? Dá mó raiva uhsuhsahas
Enfim, me acrescentou muito ver Dogville Confessions, super recomendado para quem tem uma relação de amor e ódio com o Lars, como eu, porque provavelmente vai transformar sua relação em só amor (ou não!).
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