Produção britânica que é uma comédia de ficção musical em preto e branco da Melnor Films e United Artists. Este foi o único filme da franquia "Road" que não foi lançado pela Paramount Pictures. Ele foi lançado pela United Artists. Outros filmes da série "Road": A sereia das ilhas (40), A tentação de Zanzibar (41), A sedução de Marrocos (42), Dois malandros e uma garota (45), A caminho do Rio (47) e De tanga e sarongue (52).
O 7° dos 7 filmes "Road" com Bob Hope (1903-2003), Bing Crosby (1903-1977) e Dorothy Lamour (1914-1996). Dorothy Lamour apareceu apenas o suficiente para ajudar os rapazes a sair de uma enrascada e ainda ter tempo de sobra para cantar uma música. A longa palavra sem sentido que Peter Sellers (1925-1980) diz durante sua cena é, na verdade, o nome de uma cidade galesa, conhecida por ter o nome de lugar mais longo do mundo: Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch.
Participações especiais de Sellers e Lamour e pontas de David Niven (1910-1983), Frank Sinatra (1915-1998) e Dean Martin (1917-1995).
Harry Turner e Chester Babcock são dois atores de vaudeville que viajam ao Tibete em busca de uma cura para restaurar a memória de Chester. Quando finalmente a encontram, a memória dele melhora tanto que ele inadvertidamente descobre uma fórmula secreta que torna possível a viagem espacial.
Uma aventura estranhamente discreta, destinada apenas a especialistas em cultura pop, com algumas piadas forçadas e boa dupla de comediantes que garante uma diversão despretensiosa para os menos exigentes.
Ainda não vi muitos filmes da dupla Crosby e Hope mas dos que eu vi esse foi o que mais me fez rir. Tem muitas cenas engraçadas. A cena dos dois indo pro espaço e sendo alimentados com a comida que iam dar para os macacos e o Bob Hope no palco cantando e os peixes começando a sair da roupa dele me fizeram rir bastante, e teve varias outras cenas engraçadas também, a cena do Bob Hope sendo examinado pelo Peter Sellers que faz uma pequena e divertida participação também foi super engraçada, e o mais legal são os diálogos, um mais divertido que o outro.
Produção britânica que é uma comédia de ficção musical em preto e branco da Melnor Films e United Artists. Este foi o único filme da franquia "Road" que não foi lançado pela Paramount Pictures. Ele foi lançado pela United Artists. Outros filmes da série "Road": A sereia das ilhas (40), A tentação de Zanzibar (41), A sedução de Marrocos (42), Dois malandros e uma garota (45), A caminho do Rio (47) e De tanga e sarongue (52).
O 7° dos 7 filmes "Road" com Bob Hope (1903-2003), Bing Crosby (1903-1977) e Dorothy Lamour (1914-1996). Dorothy Lamour apareceu apenas o suficiente para ajudar os rapazes a sair de uma enrascada e ainda ter tempo de sobra para cantar uma música. A longa palavra sem sentido que Peter Sellers (1925-1980) diz durante sua cena é, na verdade, o nome de uma cidade galesa, conhecida por ter o nome de lugar mais longo do mundo: Llanfairpwllgwyngyllgogerychwyrndrobwllllantysiliogogogoch.
Participações especiais de Sellers e Lamour e pontas de David Niven (1910-1983), Frank Sinatra (1915-1998) e Dean Martin (1917-1995).
Harry Turner e Chester Babcock são dois atores de vaudeville que viajam ao Tibete em busca de uma cura para restaurar a memória de Chester. Quando finalmente a encontram, a memória dele melhora tanto que ele inadvertidamente descobre uma fórmula secreta que torna possível a viagem espacial.
Ainda não vi muitos filmes da dupla Crosby e Hope mas dos que eu vi esse foi o que mais me fez rir. Tem muitas cenas engraçadas. A cena dos dois indo pro espaço e sendo alimentados com a comida que iam dar para os macacos e o Bob Hope no palco cantando e os peixes começando a sair da roupa dele me fizeram rir bastante, e teve varias outras cenas engraçadas também, a cena do Bob Hope sendo examinado pelo Peter Sellers que faz uma pequena e divertida participação também foi super engraçada, e o mais legal são os diálogos, um mais divertido que o outro.