Poder-se-ia pensar tratar de um retrato do turismo sexual nas praias da República Dominicana, mas “Dólares de Areia” foge do lugar comum e faz uma verdadeira viagem pela complexidade dos sentimentos e da sexualidade humana.
Quase não aguentei de tédio ao assisti-lo numa dessas noites atrás na TV Brasil. Chatíssimo e desinteressante, mas com uma grande qualidade: a presença da excelente veterana Geraldine Chaplin, filha do mestre Charles Chaplin.
Dólares de Areia levanta várias discussões importantes, por exemplo: o turismo sexual, o lucro que esse turismo gera, sexualidade feminina, a sexualidade na terceira idade, a visão europeia da América Latina como um lugar para desfrute, a aceitação da homossexualidade de pessoas que tem grana, o machismo, etc...
Incrível como a pesar de abordar tantas coisas o filme consegue ser delicado e natural. Triste, bonito, real.
Uma trama até interessante, mas não me prendeu e seu desenvolvimento não foi o suficiente para me atrair.
não vou cair na militância da latina negra, no turismo sexual, europeus bla bla
ela não sexualiza a menina, ela claramente a ama.
quem abusa é o rapaz, negro, latino, conterrâneo dela.
um filme doce, delicado e meio triste. eu tava precisando de um filme gostosinho assim, sem grande complexidade e reviravoltas.
Poder-se-ia pensar tratar de um retrato do turismo sexual nas praias da República Dominicana, mas “Dólares de Areia” foge do lugar comum e faz uma verdadeira viagem pela complexidade dos sentimentos e da sexualidade humana.
Quase não aguentei de tédio ao assisti-lo numa dessas noites atrás na TV Brasil. Chatíssimo e desinteressante, mas com uma grande qualidade: a presença da excelente veterana Geraldine Chaplin, filha do mestre Charles Chaplin.
Dólares de Areia levanta várias discussões importantes, por exemplo: o turismo sexual, o lucro que esse turismo gera, sexualidade feminina, a sexualidade na terceira idade, a visão europeia da América Latina como um lugar para desfrute, a aceitação da homossexualidade de pessoas que tem grana, o machismo, etc...
Incrível como a pesar de abordar tantas coisas o filme consegue ser delicado e natural. Triste, bonito, real.