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Sinopse
A tripulação do navio mercante Demeter tenta sobreviver à viagem oceânica de Carpathia a Londres enquanto são perseguidos todas as noites por uma presença implacável a bordo do navio.
O filme tem profissionais bem capacitados envolvidos, os departamentos de set e art design, VFX e maquiagem construíram um navio bastante crível, além do visual do Drácula e dos diferentes ferimentos, tudo feito com muita técnica e esmero. O elenco se esforça, entrega o que é esperado deles, tem dois nomes conhecidos do grande público em Liam Cunningham (o sor Davos Seaworth de GOT) e David Dastmalchian ("O Esquadrão Suicida", 2021) e um destaque legal para o bom Corey Hawkins. O diretor André Øvredal tem experiência no gênero e serve um arroz com feijão temperado. O problema de tudo para mim, é a história manjada, previsível e desinteressante, por mais que haja algumas tentativas de renová-la.
É um terrorzinho que dá conta, mas não tá na altura da história do Dracula.
O filme tem profissionais bem capacitados envolvidos, os departamentos de set e art design, VFX e maquiagem construíram um navio bastante crível, além do visual do Drácula e dos diferentes ferimentos, tudo feito com muita técnica e esmero. O elenco se esforça, entrega o que é esperado deles, tem dois nomes conhecidos do grande público em Liam Cunningham (o sor Davos Seaworth de GOT) e David Dastmalchian ("O Esquadrão Suicida", 2021) e um destaque legal para o bom Corey Hawkins. O diretor André Øvredal tem experiência no gênero e serve um arroz com feijão temperado. O problema de tudo para mim, é a história manjada, previsível e desinteressante, por mais que haja algumas tentativas de renová-la.
Poderia ser bem melhor. Visto em 13.12.25 Netflix
Aqui o Drácula não quer conversar, não quer amar, não quer fazer discurso filosófico.
Ele só aparece à noite, mata alguém e vai embora — como um problema sério deveria fazer.
É basicamente:
“Tem um vampiro no porão.”
“Beleza, mas a gente precisa continuar a viagem.”
O filme acerta em cheio ao tratar o Drácula como força da natureza, quase um monstro de filme de criatura.
Ele é silencioso, animalesco, paciente — mais morcego do que homem.
Isso já coloca o filme num lugar especial, principalmente pra quem tá cansado de vampiro galã, tipo eu.
A ambientação é o grande destaque:
o navio vira uma prisão flutuante, claustrofóbica, sem saída, onde a morte vem sempre de madrugada.
O ritmo é deliberadamente lento, mas funciona porque cria tensão constante — você sabe que alguém vai morrer, só não sabe quem e quando.
O ponto fraco está nos personagens humanos: alguns são rasos e servem mais como “contagem regressiva” do que como pessoas reais.
Ainda assim, o filme compensa isso com atmosfera, fotografia sombria e um respeito raro ao material original.
E sim, dentro das adaptações recentes, ele é facilmente um dos Dráculas mais fiéis ao espírito do Stoker.
Não é um clássico, mas é um ótimo filme de horror gótico, feito sem vergonha de ser sombrio.
filme chato demais, só encheção de linguiça