Jonathan Harker vive na moderna Los Angeles. Lá, ele tem um bom emprego, uma bela esposa e um filho que está para nascer. Mas, na escuridão da noite, o estranho rico e enigmático Vladimir Sarka, vem para destruir tudo. Agora, a fim de obter sua vida de volta, ele tem que juntar forças com o improvável caçador de monstros Abraham Van Helsing e preparar-se, para fazer o máximo de sacrifício. Esqueça o que você sabe sobre a lenda… Tudo está prestes a ser Renascido.
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16/07/2026
Atuações, cenário e efeitos bem fracos. Muitos furos. Final a desejar.
De tão tosco que são as encenações, parecia até uma peça do colegial. Ainda assim, eu cheguei até longe...
CHUTEI com 39 minutos...
Gente, que filme ruim!
Eu até gosto de filme Trash, mas senhor...esse se superou
CONTÉM MUITOS SPOILERS mas eu preciso comentar, gente....
Primeiro, o filme chama 'Drácula, o renascido'. Mas o vampiro, de penteado altamente duvidoso, não chama Drácula (mas o quê?). Então, pra quê usar o nome do famoso vampiro? Para atrair telespectadores pelo nome, já que o resultado final não seria agradável suficiente, obviamente. A história, apesar de muito mal executada, é até interessante e, por incrível que pareça, eu adorei o final e me fez lembrar da história da Elizabeth Bathory, do livro "Drácula - O morto vivo". O livro é péssimo, mas a história da Bathory é sensacional.
Não havia a menor necessidade de ter nomes como Drácula, Van Helsing, Quincey Morris (esse foi o pior de todos) e Jonathan Hacker, por exemplo. Porque não construir personagens comuns ao invés de pegar os já conhecidos e os jogarem numa história onde eles simplesmente não se encaixaram?
E falando em personagens, Jonathan Hacker merece o prêmio de mais burro do ano. O exemplo de marido tem a decência de ir na casa do cara e dizer "nossa mas esse quadro é a cara da minha esposa. Peraí vou te mostrar uma foto pra facilitar pra você perseguir ela no filme porque queremos emoção na nossa relação". Manezão total. Já o "Drácula", que na verdade se chama Vladimir Sarkany, tem até belíssimos efeitos de maquiagem quando está exercendo seu poder sobre os mortais. Mas o que é aquele cabelo ensebado penteado todo pra frente estilo Débi Lóide? O ator Stuart Rigby precisa urgente, além de uma cabelereira com bom senso, de uma aula de sensualidade. Porque cismou que falar abrindo 0,1% da boca e deixar a gente perdido no que ele está falando, é ser sexy e mostra sua grande força e poder. Querido, só Bela Lugosi conseguiu imortalizar com aqueles pares de olhos e sobrancelhas, tá? Então, senta lá, Cláudia.
O filme tem centenas de cortes bruscos e muitas cenas sem continuidade que são absurdas; como a que a Lina (afs) está em casa comendo sabe-se Deus lá o quê dentro do guarda roupa e se vira pro maridão já transformada em vampira. Ela sequer faz menção em atacá-lo e depois de um corte na cena, ela já aparece deitada na cama, limpa, serena e sendo medicada. Oi mas que rápido, hein!
Agora vamos falar da dublagem. Dizer que é mal feita eu estarei elogiando. Gente eu sei que verba é algo complicado e muitos estúdios tem que se virar. Mas falta de dinheiro é sinal de má direção? Dá pra fazer um trabalho de qualidade até mediana sim. As falas são desencaixadas e literalmente lidas aleatoriamente. Como que a direção deixa passar tanta coisa mal feita assim? A médica Joan Seward (ô God amado!) recebeu uma voz que mais parece de uma menina de 7 anos! Completamente miada. Ridículo! O Drácula de araque, que não abre a boca, ganhou uma dublagem que declama as falas de forma tão arrastada que dificulta termos qualquer esperança de um mundo melhor.