Artista plástico tem um pesadelo com um acidente que realmente acontece. A partir daí, sua vida começa a se confundir entre sonho, delírio e realidade.
É difícil criticar um filme que você não entende muito bem, mas eu achei bem interessante, principalmente no final, mas em alguns momentos quem estava lutando contra o sono era a minha pessoa kk
É um filme que, sem muito esforço, consegue imprimir já no início sua marca de "filme estranho". Na maior parte do tempo, cumpre seu propósito de, com situações insólitas e soluções criativas, sustentar a ideia central sem perder a mão.
É perto do fim, com a intensificação da loucura e do desespero dos personagens, que ele decai, com a inserção de determinadas sequências fora do tom (quem assistiu, vai identificar imediatamente) que não se justificam do ponto de vista narrativo nem lógico. Pareceu-me uma escolha relativamente burra.
Felizmente, após este tropeço, Kim Ki-Duk retoma o controle com um desfecho bonito, como pode se esperar de sua delicadeza autoral.
Intimista, um filme com boas atuações, uma trama interessante e, apesar da linguagem simples do enredo, difícil de compreender. A conexão entre os personagem pode ser mais do que mero traço afetivo ou familiar e isso pode explicar os métodos ineficientes protagonizados. Ao meu entender, um belo retrato dos arquétipos do indivíduo, apesar da cisão rítmica da metade do filme ter gerado certa perda do entusiasmo.
Todos sabem que o diretor é um m&rda, mas eu não consigo não gostar dos filmes dele. Que inf&rno!
É difícil criticar um filme que você não entende muito bem, mas eu achei bem interessante, principalmente no final, mas em alguns momentos quem estava lutando contra o sono era a minha pessoa kk
Não vou dizer nada de realmente novo.
É um filme que, sem muito esforço, consegue imprimir já no início sua marca de "filme estranho". Na maior parte do tempo, cumpre seu propósito de, com situações insólitas e soluções criativas, sustentar a ideia central sem perder a mão.
É perto do fim, com a intensificação da loucura e do desespero dos personagens, que ele decai, com a inserção de determinadas sequências fora do tom (quem assistiu, vai identificar imediatamente) que não se justificam do ponto de vista narrativo nem lógico. Pareceu-me uma escolha relativamente burra.
Felizmente, após este tropeço, Kim Ki-Duk retoma o controle com um desfecho bonito, como pode se esperar de sua delicadeza autoral.
Agora entendi a finalidade do pó na providência divina
Intimista, um filme com boas atuações, uma trama interessante e, apesar da linguagem simples do enredo, difícil de compreender. A conexão entre os personagem pode ser mais do que mero traço afetivo ou familiar e isso pode explicar os métodos ineficientes protagonizados. Ao meu entender, um belo retrato dos arquétipos do indivíduo, apesar da cisão rítmica da metade do filme ter gerado certa perda do entusiasmo.