A vida de uma profissional de sucesso, esposa e mãe mudará com a morte de sua mãe, não somente pela triste perda, mas também por que terá que dividir sua vida com a irmã mais nova que sofre de esquizofrenia.
Não é uma grande produção cinematográfica, de fato, mas acho que o que mais me agradou nesse filme foi o fato de nada ser muito enfeitado ou romantizado, essa atmosfera mais realista e que pode até mesmo ser interpretada como arrastada, na minha opinião foi o ponto mais alto, na realidade. Sempre que o cinema tenta retratar transtornos mentais, a esquizofrenia principalmente, é sempre de uma forma muito exagerada, estereotipada ou caricata demais e esse filme não, ele mostra que realmente existem episódios durante a vida da pessoa em que ela poderá surtar em um de seus episódios, mas que isso não vai acontecer o tempo todo e que às vezes é uma questão de as próprias pessoas que estão ao redor que ficam assustadas e não sabem como lidar com a situação, acabam superprotegendo, infantilizando e, de certo modo, impedindo que a pessoa com o transtorno mostre que ela não é o tempo todo "louca" ou que ela não está o tempo todo "doente". Conviver com uma pessoa com um transtorno implica em todos estes altos e baixos, a importância do apoio e compreensão dos familiares, mas também a própria angústia e dificuldade que isso representa para eles é algo que eu achei que o filme representou de forma bastante convincente.
Quero ressaltar aquela cena linda da Baby andando de cavalo, o que foi aquilo, calafrios? Que isso hahaha
Enredo foi bem construído, é um tema que sensibiliza quem está assistindo. Davis foi um ótimo personagem pois ele entendia toda a situação de isolamento, e soube que era preciso tal aproximação.
Não posso esquecer da Billy, que por mais tendo suas divergências, de atitudes e pensamentos ela tentou lidar com tudo, com sua irmã esquizofrênica que revirou sua vida. Com suas escolhas e passados cheios de erros. Ao decorrer do desfecho da história, comecei a simpatizar por ela.
Já a Baby ele foi ótima em seu papel, me comoveu demais em muitas cenas. Ela soube trazer a inconsistência que é coexistir com essa triste doença. Final não podia ser melhor, é triste saber que a maioria das vezes não é possível dar uma vida que eles precisam. Mostra ambos lados da moeda e faz o telespectador se aprofundar no dilema que é passar por tal situação.
O filme é bom, e traz um tema bastante sensível, a esquizofrenia, tema que não costumo ver em muitos filmes - na verdade, acho que é o primeiro filme com esse tema que assisto - a atuação de Tammy Blanchard está ótima, e o filme acaba sendo muito emocionante.
A temática deste filme é demais. Tinha todos os elementos para ser um grande filme, mas ao meu ver, se perdeu um pouco do meio pro fim, ficando mais do mesmo, boring, não foi um desenrolar interessante, infelizmente.
Gostei. Terminou agora no Lifetime
Não é uma grande produção cinematográfica, de fato, mas acho que o que mais me agradou nesse filme foi o fato de nada ser muito enfeitado ou romantizado, essa atmosfera mais realista e que pode até mesmo ser interpretada como arrastada, na minha opinião foi o ponto mais alto, na realidade. Sempre que o cinema tenta retratar transtornos mentais, a esquizofrenia principalmente, é sempre de uma forma muito exagerada, estereotipada ou caricata demais e esse filme não, ele mostra que realmente existem episódios durante a vida da pessoa em que ela poderá surtar em um de seus episódios, mas que isso não vai acontecer o tempo todo e que às vezes é uma questão de as próprias pessoas que estão ao redor que ficam assustadas e não sabem como lidar com a situação, acabam superprotegendo, infantilizando e, de certo modo, impedindo que a pessoa com o transtorno mostre que ela não é o tempo todo "louca" ou que ela não está o tempo todo "doente". Conviver com uma pessoa com um transtorno implica em todos estes altos e baixos, a importância do apoio e compreensão dos familiares, mas também a própria angústia e dificuldade que isso representa para eles é algo que eu achei que o filme representou de forma bastante convincente.
Quero ressaltar aquela cena linda da Baby andando de cavalo, o que foi aquilo, calafrios? Que isso hahaha
Enredo foi bem construído, é um tema que sensibiliza quem está assistindo. Davis foi um ótimo personagem pois ele entendia toda a situação de isolamento, e soube que era preciso tal aproximação.
Não posso esquecer da Billy, que por mais tendo suas divergências, de atitudes e pensamentos ela tentou lidar com tudo, com sua irmã esquizofrênica que revirou sua vida. Com suas escolhas e passados cheios de erros. Ao decorrer do desfecho da história, comecei a simpatizar por ela.
Já a Baby ele foi ótima em seu papel, me comoveu demais em muitas cenas. Ela soube trazer a inconsistência que é coexistir com essa triste doença.
Final não podia ser melhor, é triste saber que a maioria das vezes não é possível dar uma vida que eles precisam. Mostra ambos lados da moeda e faz o telespectador se aprofundar no dilema que é passar por tal situação.
O filme é bom, e traz um tema bastante sensível, a esquizofrenia, tema que não costumo ver em muitos filmes - na verdade, acho que é o primeiro filme com esse tema que assisto - a atuação de Tammy Blanchard está ótima, e o filme acaba sendo muito emocionante.
A temática deste filme é demais. Tinha todos os elementos para ser um grande filme, mas ao meu ver, se perdeu um pouco do meio pro fim, ficando mais do mesmo, boring, não foi um desenrolar interessante, infelizmente.