A obra aborda o drama de uma imigrante de Montenegro que, junto com o pai, tentam uma vida mais justa na Suécia, onde a xenofobia velada determina qual será a próxima fonte de subsistência.
Não me senti triste, ou tocado, acredito que por ser de outra realidade de um País muito mais desenvolvido, de cultura diferente, e método de governo social, apenas vi o cotidiano daquela fase da vida que tem que se enfrentar uma crise, seja de saúde, emprego ou ate mesmo de aceitação.
É claro que tem sim um viés de cutucada no pré conceito a imigrantes, aquela coisa, eles vem roubar nosso emprego e nossas mulheres, em fim, e como o imigrante se sujeita muitas vezes a um baixo salario, o que o torna muitas vezes mais vantajoso financeiramente do que o melhor desempenho.
Tem momentos bem rasos, a maioria de cenas dos jovens e dos amigos, e um silencio, anda pra cá vai pra lá, poderia ter sido bem mais trabalhado, afinal Rasa também é uma pós adolescente entrando na fase adulta, mas o filme realmente foca no vazio da existência sem um afazer, uma labuta.
O quanto e burocrático ate ficar desempregado na Suécia.
Além do grande problema proposto pelo longa, a questão do preconceito (que é super importante e necessário esse tipo de abordagem), percebo ainda uma outra questão, a do trabalho (e a relação de) e isso o torna mais marcante. O trabalho parece resumir o sentido da vida adulta, fora dele parece não haver a possibilidade de vida humana, aliás, os caminhos que moldam o que se deve, aonde e como fazer vão de encontro com a critica do trabalho como oficio/emprego.
Essa obra é altamente subjetiva. Demonstra como as angústias humanas são pautadas pelas leis da sobrevivência. Onde quem não tem o privilégio e nascer numa família abastada tem que deixar o "viver bem" de lado para sobreviver. Sem deixar de mencionar o sofrimento que imigrantes refugiados de nações historicamente pilhadas passam tentando sobreviver em nações onde o preconceito contra o estrangeiro é velado e, algumas vezes, escrachado.
Não me senti triste, ou tocado, acredito que por ser de outra realidade de um País muito mais desenvolvido, de cultura diferente, e método de governo social, apenas vi o cotidiano daquela fase da vida que tem que se enfrentar uma crise, seja de saúde, emprego ou ate mesmo de aceitação.
É claro que tem sim um viés de cutucada no pré conceito a imigrantes, aquela coisa, eles vem roubar nosso emprego e nossas mulheres, em fim, e como o imigrante se sujeita muitas vezes a um baixo salario, o que o torna muitas vezes mais vantajoso financeiramente do que o melhor desempenho.
Tem momentos bem rasos, a maioria de cenas dos jovens e dos amigos, e um silencio, anda pra cá vai pra lá, poderia ter sido bem mais trabalhado, afinal Rasa também é uma pós adolescente entrando na fase adulta, mas o filme realmente foca no vazio da existência sem um afazer, uma labuta.
O quanto e burocrático ate ficar desempregado na Suécia.
Filme ok, mas bem parado. É demissão em massa!
Nao sei, mas faltou algo! Achei regular
Além do grande problema proposto pelo longa, a questão do preconceito (que é super importante e necessário esse tipo de abordagem), percebo ainda uma outra questão, a do trabalho (e a relação de) e isso o torna mais marcante.
O trabalho parece resumir o sentido da vida adulta, fora dele parece não haver a possibilidade de vida humana, aliás, os caminhos que moldam o que se deve, aonde e como fazer vão de encontro com a critica do trabalho como oficio/emprego.
Essa obra é altamente subjetiva.
Demonstra como as angústias humanas
são pautadas pelas leis da sobrevivência.
Onde quem não tem o privilégio e nascer
numa família abastada tem que deixar o
"viver bem" de lado para sobreviver.
Sem deixar de mencionar o sofrimento
que imigrantes refugiados de nações
historicamente pilhadas passam tentando
sobreviver em nações onde o preconceito
contra o estrangeiro é velado e,
algumas vezes, escrachado.