Engraçado que a super ativista e feminista branca performática Natalie Portaman é garota propaganda da Dior, que, vejam só, faz testes em animais. Pelo visto as convicções dela não se aplicam a quem assina os cheques dos seus contratos milionários, né?
Se 98% da população, que corresponde ao público consumidor de carne animal, olhasse o interior das fazendas e indústrias de alimento, pararia de se alimentar do produto, é o que certo entrevista afirma em determinado momento. Com a co-produção e narração de Natalie Portman, que é vegana, a agenda deste documentário pode parecer ser de chocar ou quem sabe sensacionalizar. Mas creio que apenas desta maneira que podemos nos conscientizar dos maus tratos sofridos por animais antes de chegarem a nossos pratos de comida e, se não mudaremos nossos hábitos, que ao menos passemos a exigir condições mais dignas de criação que não a miserável vida imposta por grandes corporações.
Empresas que compram políticos através do lobby (que querem institucionalizar no Brasil) para aprovarem legislações que criminalizam o mero ato de fotografar o interior de uma fazenda. Enquanto isso, rios são poluídos ou mesmo somem diante da ação humana que enxerga nos animais meras fontes de lucros, sem resquício de humanidade que a nossa espécie deveria tem por padrão. O documentário é parcial a uma causa - não é demérito sê-lo, ainda mais quando assume isto ao público em vez de enganá-lo -, e até para os seus detratores, haverá conteúdo para discussão construtiva de qual planeta queremos deixar para as gerações futuras.
Visite o @cinemacomcritica no Instagram - www.bit.ly/igcinemacomcritica
Engraçado que a super ativista e feminista branca performática Natalie Portaman é garota propaganda da Dior, que, vejam só, faz testes em animais.
Pelo visto as convicções dela não se aplicam a quem assina os cheques dos seus contratos milionários, né?
Se 98% da população, que corresponde ao público consumidor de carne animal, olhasse o interior das fazendas e indústrias de alimento, pararia de se alimentar do produto, é o que certo entrevista afirma em determinado momento. Com a co-produção e narração de Natalie Portman, que é vegana, a agenda deste documentário pode parecer ser de chocar ou quem sabe sensacionalizar. Mas creio que apenas desta maneira que podemos nos conscientizar dos maus tratos sofridos por animais antes de chegarem a nossos pratos de comida e, se não mudaremos nossos hábitos, que ao menos passemos a exigir condições mais dignas de criação que não a miserável vida imposta por grandes corporações.
Empresas que compram políticos através do lobby (que querem institucionalizar no Brasil) para aprovarem legislações que criminalizam o mero ato de fotografar o interior de uma fazenda. Enquanto isso, rios são poluídos ou mesmo somem diante da ação humana que enxerga nos animais meras fontes de lucros, sem resquício de humanidade que a nossa espécie deveria tem por padrão. O documentário é parcial a uma causa - não é demérito sê-lo, ainda mais quando assume isto ao público em vez de enganá-lo -, e até para os seus detratores, haverá conteúdo para discussão construtiva de qual planeta queremos deixar para as gerações futuras.
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Alguém tem a legenda?
chocante e necessário.