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Data de lançamento
17 Dez. 1966Duração
Um cruzeiro marítimo vai mal quando um acidente em uma ilha tropical sujeita a tripulação a encontrar um exército que quer dominar o mundo. Enquanto eles tentam sair vivos, Godzilla luta contra um monstro marinho gigante que habita as águas e só pode ser mantido afastado pelo suco de uma fruta que cresce na ilha.
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Coreanos em filmes de vingança tem tara por martelos, e os kaijus tem por pedras hahaha
31-08-2026
vale pela partida de volei
Os dramas humanos cada vez ficam mais chatos, Godzilla é melhor atleta entre os monstros, futebol, volei e queimada o lagartão domina, todo filme ele fica tacando pedra em alguém, a Mothra sempre ta de boa e pertubam pra ela ajudar, acho que Ebirah foi o Kaiju mais fraco que já vi o Gojira enfrentar até agora.
‘Ebirah, o Terror dos Abismos’ traz Godzilla em roteiro escrito para King Kong
Estúdio Toho não conseguiu autorização para usar gorila gigante em 'Ebirah, o Terror dos Abismos', filme de 1966, e improvisou. Resultado é considerado um dos "patinhos feios" da franquia.
Há uma cena em Ebirah, o Terror dos Abismos (1966) que mostra a personagem Dayo (Kumi Mizuno) cara a cara com Godzilla. O monstro a olha com desejo. Vira o rosto para poder contemplá-la com calma e, diante de uma ameaça que surge no horizonte, parte para defendê-la.
Tudo ali é diferente do que até então havia sido visto na franquia Godzilla. Há outros momentos que também provocam estranheza: o kaiju desperta de um sono profundo com uma descarga elétrica, raramente usa seu raio atômico e parece bem mais humano do que o comum. É como se ele fosse King Kong.
Isso se justifica. À pedido do produtor Tomoyuki Tanaka, o roteirista Shinichi Sekizawa escreveu, na verdade, uma narrativa para ser protagonizada pelo gorila de Skull Island, a ser financiado em parceria com produtores americanos. A história, porém, não foi aprovada no Ocidente e Ebirah, o Terror dos Abismos se tornou o sétimo filme da Toho com o gigante radioativo.
Na trama, um homem rouba um iate para partir em busca do irmão, que se perdeu no mar. Ele o descobre em uma ilha, onde é escravizado por um grupo de mercenários que tenta extrair do local um líquido amarelo que permite controlar um monstro marinho, uma lagosta gigante chamada Ebirah. Mothra e Godzilla são os únicos que podem ajudar, mas ambos estão hibernando depois dos eventos de Ghidrah, o Monstro Tricéfalo (1964).
A obra marca a primeira produção da estrela do Estúdio Toho sem o envolvimento direto do cineasta Ishirô Honda, do diretor de efeitos visuais Eiji Tsuburaya (que apenas supervisionou o trabalho do aprendiz Sadamasa Arikawa) e do compositor Akira Ifukube. A direção ficou por conta de Jun Fukuda, que comandaria outros títulos de Godzilla durante a Era Showa.
O novo diretor mudou bastante o tom da obra. Trocou o Japão por uma ambientação tropical e inseriu elementos de espionagem barata. A música de Masaru Sato contribui para criar um enredo bem mais leve e dar uma cara própria à franquia.
Ebirah, o Terror dos Abismos é tido como um dos patinhos feios da franquia hoje. Embora seja divertido, a pressão da Toho para deixar o orçamento enxuto e a descaracterização de Godzilla o tornam muito diferente dos longas-metragens anteriores. Isso não impediu que a imprensa brasileira o elogiasse quando estreou por aqui, em 1968. Uma nota publicada no Jornal do Comércio de Amapá, em 22 de setembro daquele ano, descrevia o lançamento como “um espetáculo realmente arrebatador, dotado de boa dose de suspense”. Era como se estivessem falando de outro filme.
Até que esse não é tão ruim. Tem mais uma vez aquelas "mini fadas havaianas/japas" e novamente uma disputa de volleyball entre Godzila e um monstro, como em algum outro filme da franquia que assisti anos atrás.