Por causa dos últimos projetos da Marvel sobre a “Saga do Multiverso”, resolvi dar uma pausa, porque as produções da Marvel caíram muito de qualidade em comparação com a “Saga do Infinito”. Após um tempo, resolvi voltar a assistir o Universo Cinematográfico Marvel (MCU), pois quero ficar atualizado sobre todo o universo antes do lançamento do novo filme dos Vingadores.
Seguindo pela ordem cronológica dos que ainda não havia assistido, comecei por esta minissérie. Logicamente, não esperava por grandes coisas e isso acabou se confirmando, portanto, não foi uma completa decepção para mim, porque não criei expectativa nenhuma para isto. A Maya Lopez (Eco) é uma personagem do quinto escalão do MCU e pouco relevante para o universo, por isso não havia potencial para ter ganho um projeto solo.
Mesmo assim, gostei muito do 1º episódio por causa das participações especiais, porém o restante dos episódios infelizmente não seguiu por este caminho. Não me agradou muito a narrativa com os ancestrais, teria sido bem melhor se tivessem focado mais na relação conturbada da Eco com o Rei do Crime, muito provavelmente teríamos situações mais atrativas de se ver.
Os acertos da minissérie ficam por conta da violência empregada, que para os padrões da Marvel ficou de bom tamanho, e por trazer uma representatividade pouco mostrada na TV/Cinema, que é dar espaço para uma atriz muda/surda na atuação. Mesmo que o silêncio na hora das interações por vezes seja irritante de acompanhar.
“Eco” mostrou ao telespectador que a Marvel segue com dificuldades no desenvolvimento de novos personagens, não conseguindo emplacar mais um grande nome como os de “Homem de Ferro”, “Capitão América”, “Thor”, “Thanos”, entre outros… Apesar dos problemas citados, a minissérie não chega a fazer parte dos piores projetos do MCU, mas também fica muito longe do alto patamar que a Marvel alcançou na década passada…
Minissérie finalizada em 30 de maio de 2026 Minha avaliação: 6,0/10
Eu não gostei tanto da série, achei que a mudança nos poderes da personagem principal foi aplicada apenas para aumentar o tempo de tela útil da personagem em uma série solo. Considero a série fraca e desnecessária. A meu ver não agrega nada no universo cinematográfico da Marvel.
Por causa dos últimos projetos da Marvel sobre a “Saga do Multiverso”, resolvi dar uma pausa, porque as produções da Marvel caíram muito de qualidade em comparação com a “Saga do Infinito”. Após um tempo, resolvi voltar a assistir o Universo Cinematográfico Marvel (MCU), pois quero ficar atualizado sobre todo o universo antes do lançamento do novo filme dos Vingadores.
Seguindo pela ordem cronológica dos que ainda não havia assistido, comecei por esta minissérie. Logicamente, não esperava por grandes coisas e isso acabou se confirmando, portanto, não foi uma completa decepção para mim, porque não criei expectativa nenhuma para isto. A Maya Lopez (Eco) é uma personagem do quinto escalão do MCU e pouco relevante para o universo, por isso não havia potencial para ter ganho um projeto solo.
Mesmo assim, gostei muito do 1º episódio por causa das participações especiais, porém o restante dos episódios infelizmente não seguiu por este caminho. Não me agradou muito a narrativa com os ancestrais, teria sido bem melhor se tivessem focado mais na relação conturbada da Eco com o Rei do Crime, muito provavelmente teríamos situações mais atrativas de se ver.
Os acertos da minissérie ficam por conta da violência empregada, que para os padrões da Marvel ficou de bom tamanho, e por trazer uma representatividade pouco mostrada na TV/Cinema, que é dar espaço para uma atriz muda/surda na atuação. Mesmo que o silêncio na hora das interações por vezes seja irritante de acompanhar.
“Eco” mostrou ao telespectador que a Marvel segue com dificuldades no desenvolvimento de novos personagens, não conseguindo emplacar mais um grande nome como os de “Homem de Ferro”, “Capitão América”, “Thor”, “Thanos”, entre outros… Apesar dos problemas citados, a minissérie não chega a fazer parte dos piores projetos do MCU, mas também fica muito longe do alto patamar que a Marvel alcançou na década passada…
Minissérie finalizada em 30 de maio de 2026
Minha avaliação: 6,0/10
Não vou dizer que é desnecessária, mas também vamos ser sinceros e concordar que isso aqui não condiz com nada né
Não tinha potencial para uma série solo. Podia ter sido um especial de 1h.
Eu não gostei tanto da série, achei que a mudança nos poderes da personagem principal foi aplicada apenas para aumentar o tempo de tela útil da personagem em uma série solo. Considero a série fraca e desnecessária. A meu ver não agrega nada no universo cinematográfico da Marvel.
A série é realmente amadora em alguns momentos/episódios.