Depois da guerra de 10 anos contra Tróia, Agamenon (Theodoros Dimitrief), o arqui-general de todos os gregos, retornou vencedor ao seu reino. O povo de Micenas e sua esposa, Clitemnestra (Aleka Katselli), o receberam com grandes honras, mas enquanto o marido estava na guerra ela estava nos braços de um amante, que mata Agamenon logo após o seu retorno. Electra (Irene Papas) e Orestes (Yannis Ferthis), os filhos de Agamenon e Clitemnestra, sabiam que o crime tinha sido cometido com o apoio da mãe, mas como eram crianças não podiam fazer nada. Orestes deixa o lar e Electra permanece, ansiando pelo dia que poderá vingar a morte de Agamenon.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Um épico extremamente bem filmado.Kakogiannis utiliza bem os personagens e a boa quantidade de figurantes e cria alguns planos abertos incríveis para a época.Irene se junta ao nome de grandes protagonismos femininos.
>Assistido em 01 de Outubro de 2023
Produção grega em preto e branco indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro - o vencedor do ano foi o francês Sempre aos domingos (62); no Festival de Cinema de Cannes, foi nomeado em 3 categorias: Palma de Ouro de melhor filme, vencendo os de Grande Prêmio Técnico e melhor Transposição Cinematográfica. Este drama foi baseado na peça "Electra", 413 B.C., escrita por Eurípides (c. 480 - c. 406). BC)
O diretor/roteirista/produtor Michael Cacoyannis (1922-2011) usou o pseudônimo Mihalis Kakogiannis. Esta foi a 1° parte de sua trilogia "Tragédia grega", seguida por As troianas (71) e Ifigênia (77). O filme foi rodado em Micenas, Argos e em Atenas, na Grécia. Houve ainda mais 2 versões: o grego Ilektra (62), e o holandês feito para a TV Ilektra (62), ambos baseados na mesma fonte. Prólogo: “Depois de lutar 10 anos contra Tróia, Agamenon, general de todos os gregos, retorna vitorioso ao seu reino. O povo de Micenas e Clitemnestra, sua esposa, o acolheram com grandes honras.” Foi o 1° filme de Elli Fotiou.
A partitura e a imagem interagem maravilhosamente para criar um mundo digno do trabalho de Eurípides. Próximo ao território das tragédias shakespearianas (principalmente "Otelo"), sendo reduzido em comparação. Uma estória mitológica de vingança que se transforma num lamento escasso e latente. Combinando autenticidade com teatralidade expressionista, a presença inconstante de Irene Papas (1929-2022) é o núcleo turbulento, uma performance fascinante e taciturna. Versão despojada e autêntica. A bela Irene Papas era casada com o diretor na época.
Irene Papas arrasa soberanamente neste épico que se tornou um clássico do cinema grego, dirigido brilhantemente por Michael Cacoyannis. A fotografia em P&B é simplesmente espetacular, os figurinos, a direção de arte, os incríveis diálogos, a transição para as telas da peça teatral do dramaturgo grego Eurípides, são os componentes deste fantástico "Electra, a Vingadora", de 1962. Este filme se encontra disponível no Youtube.
Excelente filme do Mihalis Kakogiannis sobre a peça da jovem Electra e seu irmão Orestes que vigam a morte de seu pai Agamenon, morto por sua mãe Clitemnestra e seu amante Egisto. E mostram o sentimento de raiva e culpa.
Irene Papas está ótima como Elektra.
Não curti, teatral demais. Muitas falas e pouca ação. Não é pra mim. Nota 5,0.