Elena se encontra com Isabel, uma antiga amiga de sua filha, com o objetivo de saber mais sobre Rita, mesmo que as duas estivessem afastadas há bastante tempo.
Elena descobre que Rita se suicidou por medo do agravamento do Parkinson de Elena. Isabel revela que a filha não suportaria ver a mãe piorando e, mais do que isso, não queria cuidar dela.
Isso é evidenciado em outra sequência, onde Elena encontra um cartão de uma casa de repouso, mostrando que Rita havia cogitado a ideia de interná-la.
Assim, Elena finalmente aceita que foi Rita quem realmente tirou a própria vida e que não houve crime algum.
Não conheço a obra literária, portanto analisei apenas o filme e sinceramente se fosse uma obra hollywoodiana tenho certeza que seria super hypada e a atriz protagonista indicada nas premiações, mas como se trata de um filme argentino simplesmente ignoram. A história que aparentemente se trata de um suspense dramático vai desmistificando ao longo das lembranças de Elena
uma relação tóxica entre mãe e filha, na qual essa mãe era castradora, não valorizava absolutamente nada que a filha fazia, o tempo todo criticava desde o cabelo grande até o namorado dela.
ão suportava mais aquela situação e quando pensou que seria sua carta de alforria, percebeu que nunca se veria livre daquela mãe. É um filme real demais e desmistifica a relação maternal como algo sempre muito bonito e recheado de amor, flores e lições de vida. Achei inclusive a cena final muito bonita, dela na chuva.
Não é ruim, mas também não é bom. Depois da porrada que foi ler esse livro, esperava um pouco mais da carga dramática visual que um filme poderia passar.
O final... Quem matou Rita?
Elena se encontra com Isabel, uma antiga amiga de sua filha, com o objetivo de saber mais sobre Rita, mesmo que as duas estivessem afastadas há bastante tempo.
Elena descobre que Rita se suicidou por medo do agravamento do Parkinson de Elena. Isabel revela que a filha não suportaria ver a mãe piorando e, mais do que isso, não queria cuidar dela.
Isso é evidenciado em outra sequência, onde Elena encontra um cartão de uma casa de repouso, mostrando que Rita havia cogitado a ideia de interná-la.
Assim, Elena finalmente aceita que foi Rita quem realmente tirou a própria vida e que não houve crime algum.
Adorei. Intenso, dramático, realista, triste... Apesar de ser uma produção simples, eu me envolvi bastante na história e adorei as atuações!
Não conheço a obra literária, portanto analisei apenas o filme e sinceramente se fosse uma obra hollywoodiana tenho certeza que seria super hypada e a atriz protagonista indicada nas premiações, mas como se trata de um filme argentino simplesmente ignoram. A história que aparentemente se trata de um suspense dramático vai desmistificando ao longo das lembranças de Elena
uma relação tóxica entre mãe e filha, na qual essa mãe era castradora, não valorizava absolutamente nada que a filha fazia, o tempo todo criticava desde o cabelo grande até o namorado dela.
ão suportava mais aquela situação e quando pensou que seria sua carta de alforria, percebeu que nunca se veria livre daquela mãe. É um filme real demais e desmistifica a relação maternal como algo sempre muito bonito e recheado de amor, flores e lições de vida. Achei inclusive a cena final muito bonita, dela na chuva.
Não é ruim, mas também não é bom. Depois da porrada que foi ler esse livro, esperava um pouco mais da carga dramática visual que um filme poderia passar.
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