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Sinopse
O documentário exibe imagens inéditas de shows do Elton John nos últimos 50 anos, além de diários escritos à mão e imagens atuais dele e de sua família.
Achei "Elton John: Never Too Late" um documentário regular, porque embora a proposta de mostrar que nunca é tarde para mudar de vida seja bonita e até comovente, o filme me pareceu mais correto do que realmente marcante. Gostei da ideia de contrastar o Elton jovem, preso à fama, aos excessos e à autodestruição, com o Elton mais velho, sóbrio, em paz e cercado pela família, e entendi bem que o título e o final querem transmitir essa reconciliação entre o ícone e o homem; ainda assim, senti que tudo isso é apresentado de forma um pouco previsível, quase como uma celebração segura demais de sua redenção. O encerramento no Dodger Stadium tem valor simbólico e fecha bem o ciclo, mas para mim faltou um impacto mais profundo, como se o filme dissesse coisas importantes sem encontrar uma forma realmente poderosa de fazê-las ecoar. No fim, reconheço a sinceridade da mensagem, a força do tema e o peso emocional da despedida, mas saí com a impressão de ter visto um retrato competente, respeitoso e até tocante em alguns momentos, porém sem a intensidade necessária para se tornar inesquecível. Por isso dou uma nota 6/10. Disponível na Disney Plus.
Há bem pouco que pareça novo ou que soe extremamente genuíno sobre a carreira e vida de Elton John. Um documentário que caminha muito no piloto automático. Parece existir apenas para exaltar o grandíssimo astro da música. Definitivamente, não é nada diferente do que um especial absolutamente comum feito para a TV.
Felizmente, Elton John não necessita dessa obra para ser reconhecido como merece.
Se a melhor parte do filme é quando aparece outro John que não seja o Elton John (e sim o Lennon), talvez o documentário tenha perdido a mão e apostado demais no convencional, ainda por cima com um foco maior no artista do que no homem.
Só música foda, deu vontade de ouvir toda a discografia dele e me sinto mal por ainda não ter visto Rocketman. O cara é uma lenda, tem que valorizar enquanto ele ainda está aqui.
Achei "Elton John: Never Too Late" um documentário regular, porque embora a proposta de mostrar que nunca é tarde para mudar de vida seja bonita e até comovente, o filme me pareceu mais correto do que realmente marcante. Gostei da ideia de contrastar o Elton jovem, preso à fama, aos excessos e à autodestruição, com o Elton mais velho, sóbrio, em paz e cercado pela família, e entendi bem que o título e o final querem transmitir essa reconciliação entre o ícone e o homem; ainda assim, senti que tudo isso é apresentado de forma um pouco previsível, quase como uma celebração segura demais de sua redenção. O encerramento no Dodger Stadium tem valor simbólico e fecha bem o ciclo, mas para mim faltou um impacto mais profundo, como se o filme dissesse coisas importantes sem encontrar uma forma realmente poderosa de fazê-las ecoar. No fim, reconheço a sinceridade da mensagem, a força do tema e o peso emocional da despedida, mas saí com a impressão de ter visto um retrato competente, respeitoso e até tocante em alguns momentos, porém sem a intensidade necessária para se tornar inesquecível.
Por isso dou uma nota 6/10.
Disponível na Disney Plus.
Há bem pouco que pareça novo ou que soe extremamente genuíno sobre a carreira e vida de Elton John.
Um documentário que caminha muito no piloto automático. Parece existir apenas para exaltar o grandíssimo astro da música.
Definitivamente, não é nada diferente do que um especial absolutamente comum feito para a TV.
Felizmente, Elton John não necessita dessa obra para ser reconhecido como merece.
"Meu pai nunca me viu tocar"
pesado
Se a melhor parte do filme é quando aparece outro John que não seja o Elton John (e sim o Lennon), talvez o documentário tenha perdido a mão e apostado demais no convencional, ainda por cima com um foco maior no artista do que no homem.
Só música foda, deu vontade de ouvir toda a discografia dele e me sinto mal por ainda não ter visto Rocketman. O cara é uma lenda, tem que valorizar enquanto ele ainda está aqui.