Enterre-me quando eu morrer, né? Se não muda todo o sentido do filme. Estranho a nota baixa, o filme é muito bom. De fato é lento, tem cara de filme europeu, com uma pegada meio estética, desfocada e parece que nunca começa. Mas entendi que esse é o recado, a atmosfera que a direção quer passar, de nostalgia, de melancolia. Daí mistura valores, necessidades, vaidades, conflitos... e com certeza, sim; ou com certeza, não; envolve o sobrenatural. Aí cada um fica com a versão que mais lhe agrada. O desfecho é redondinho, como todo o resto, pode ou não... Gostei, é um filme autoral, que não se precocupou em agradar, mas está longe de ter a pretenção de ser cult.
A compra da van velha. O trabalho na floricultura.
Do nada, a Catherine desmaia e vai parar no hospital. É um tumor cerebral.
O pai dela quer que ela seja enterrada na cidade dela, junto à família e não no lugar pra onde eles vão (ele ameaça o Henry). Ela quer um enterro natural em New Hampshire.
Aparece eles assistindo Carnival of Souls.
A Catherine mostra onde ela quer ser enterrada e dá algumas instruções (colocar sementes na boca dela, etc).
Ela diz pro Henry que sabe do relacionamento extraconjugal dele com a funcionária da floricultura. O que ela não sabe é que a funcionária tá grávida dele.
Uma hora ele vai caminhar e encontra um amigo antigo da Catherine, que chama ele pra beber na casa dele. Aí o cara, solitário, começa a falar da vida e algumas coisas sobre a Catherine que o Henry não sabia (festas regadas a bebidas e sexo).
A Catherine morre (eutanásia). O pai dela trava uma briga judicial com o Henry pra ficar com os bens dela (enquanto isso, por liminar, o Henry já fica sem nada).
Depois de 50 minutos de drama meio monótono, o Henry começa a ver umas aparições da Catherine.
Aí a gente fica sabendo que levaram ela pra ser enterrada na cidade, como o pai dela queria (e não em New Hampshire como ela pediu)
Durante conversa no enterro, a gente descobre que o Henry tinha algum acordo com o pai da Catherine, só que esse acordo foi quebrado (o que será?).
O advogado do Henry vai parar no hospital, do nada (coisa do pai da Catherine).
O Henry invade a casa do pai da Catherine armado e fica sentado no escuro esperando. Quando ele chega, reúne ele e a mulher e ficam lá lavando roupa suja.
No outro dia a mulher vai na casa dele e deixa uma grana.
A funcionária da floricultura (com a qual ele tem um relacionamento) é atropelada do nada na frente dele.
Ele desenterra a Catherine e enterra onde ela queria. Só que lá o amigo dela que mora isolado acaba atirando nele e ele cai na cova.
Enfim... Fui esperando um terror e acabei assistindo um drama bem monótono. Achei meio fraco.
Enterre-me quando eu morrer, né? Se não muda todo o sentido do filme. Estranho a nota baixa, o filme é muito bom. De fato é lento, tem cara de filme europeu, com uma pegada meio estética, desfocada e parece que nunca começa. Mas entendi que esse é o recado, a atmosfera que a direção quer passar, de nostalgia, de melancolia.
Daí mistura valores, necessidades, vaidades, conflitos... e com certeza, sim; ou com certeza, não; envolve o sobrenatural. Aí cada um fica com a versão que mais lhe agrada. O desfecho é redondinho, como todo o resto, pode ou não... Gostei, é um filme autoral, que não se precocupou em agradar, mas está longe de ter a pretenção de ser cult.
Um conto de fantasmas, previsível mas com final feliz.
Drama (com levíssima pitada sobrenatural) dirigido e escrito pelo Seabold Krebs (esse é seu primeiro longa).
Com Charlotte Hope (A Freira).
O casal (Henry e Catherine) prestes a se mudar.
A compra da van velha. O trabalho na floricultura.
Do nada, a Catherine desmaia e vai parar no hospital. É um tumor cerebral.
O pai dela quer que ela seja enterrada na cidade dela, junto à família e não no lugar pra onde eles vão (ele ameaça o Henry). Ela quer um enterro natural em New Hampshire.
Aparece eles assistindo Carnival of Souls.
A Catherine mostra onde ela quer ser enterrada e dá algumas instruções (colocar sementes na boca dela, etc).
Ela diz pro Henry que sabe do relacionamento extraconjugal dele com a funcionária da floricultura. O que ela não sabe é que a funcionária tá grávida dele.
Uma hora ele vai caminhar e encontra um amigo antigo da Catherine, que chama ele pra beber na casa dele. Aí o cara, solitário, começa a falar da vida e algumas coisas sobre a Catherine que o Henry não sabia (festas regadas a bebidas e sexo).
A Catherine morre (eutanásia). O pai dela trava uma briga judicial com o Henry pra ficar com os bens dela (enquanto isso, por liminar, o Henry já fica sem nada).
Depois de 50 minutos de drama meio monótono, o Henry começa a ver umas aparições da Catherine.
Aí a gente fica sabendo que levaram ela pra ser enterrada na cidade, como o pai dela queria (e não em New Hampshire como ela pediu)
Durante conversa no enterro, a gente descobre que o Henry tinha algum acordo com o pai da Catherine, só que esse acordo foi quebrado (o que será?).
O advogado do Henry vai parar no hospital, do nada (coisa do pai da Catherine).
O Henry invade a casa do pai da Catherine armado e fica sentado no escuro esperando. Quando ele chega, reúne ele e a mulher e ficam lá lavando roupa suja.
No outro dia a mulher vai na casa dele e deixa uma grana.
A funcionária da floricultura (com a qual ele tem um relacionamento) é atropelada do nada na frente dele.
Ele desenterra a Catherine e enterra onde ela queria. Só que lá o amigo dela que mora isolado acaba atirando nele e ele cai na cova.
Enfim... Fui esperando um terror e acabei assistindo um drama bem monótono. Achei meio fraco.
O filme é muito chato, a historia começa interessante, depois se perde e tem um fechamento sem graça
Filme bem fraco, embora o final seja interessante.