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Data de lançamento
25 Dez. 1993Duração
Durante a Guerra do Vietnã, uma jovem vietnamita é torturada pelos dois lados das forças em conflito. Ao fugir do seu vilarejo, emprega-se como babá em uma casa de família e acaba ficando grávida do dono da casa. Posta na rua pela patroa, torna-se vendedora ambulante e até se prostitui, para sustentar a si e ao filho, até conhecer um sargento americano (Tommy Lee Jones), com quem se casa e vai morar na América. Lá um mundo totalmente diferente se apresenta, mas que também não está livre dos velhos rancores e preconceitos.
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Só um grande defeito é o filme ser todo em inglês, então ficou estranho as partes que a moça falava um inglês errado e com sotaque somente ao se comunicar com o americano
10.01.1995
Stone pesa a mão novamente e temos um filme altamente violento,mas que mostra apenas a verdade sobre o assunto.Tommy Lee em um dos memoráveis trabalhos da carreira.
>Maratona Tommy Lee Jones - Assistido em 29 de Janeiro de 2025
Que filme!!! Belíssima história, muito bem contada, a fotografia é magnífica e ótimas interpretações.
Finalmente tive acesso a este fecho tão mal-falado da trilogia vietnamita do diretor: lembro que, à época do lançamento, os críticos odiaram. O vi sendo exibido algumas vezes no extinto "Intercine", mas sempre acontecia algo que me impedia. Ganhei o CD com a trilha sonora de uma amiga e comprei o DVD, ontem: mergulhei na sessão imediatamente. E gostei do que senti, ainda que o que tenha visto beirasse o insuportável, em vários sentidos. Na primeira metade, a espetacularização dos horrores da guerra (muitos estupros, torturas, assassinatos, etc.); na segunda, um dramalhão tipicamente estadunidense, sobre a conversão em senhora capitalista da personagem real, muito bem defendida na interpretação de Hiep Thi Le. Tommy Lee Jones está terno em suas primeiras aparições e convincente enquanto bêbado. Joan Chen está maravilhosa em sua tragicidade. Haing S. Ngor é sempre alguém a se prestar muita atenção. O epílogo é muito emocionante: não cheguei a chorar propriamente dito, mas as lágrimas formaram-se e o título do filme foi muito bem justificado pela narração final. Os defeitos da narrativa são evidentes, mas é um filme com muitos méritos. A supracitada trilha musical do Kitaro e a fotografia, entre eles. Acho a safra cinematográfica de 1993 primorosa: mesmo em seus filmes "menores", emociona-nos! (WPC>)