Rodeado por seus preciosos cadernos de anotação, fitas e ensaios filmados, Eric Rohmer responde às perguntas de seu interlocutor atento e irônico, Jean Douchet. Apreciador de cultura clássica, ele enfatiza o papel da filosofia e da música alemã no seu cinema e de seus cúmplices da Nouvelle Vague. Ao evocar a sorte, tema essencial dos seus filmes, ele expõe seus princípios e apresenta uma saborosa lição de cinema, teoria e prática, sobre seus métodos de escrita e sua maneira de trabalhar os atores.
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