- excelente que colocaram os próprios Milionário e José Rico para interpretar eles mesmos - só o visual do josé rico é completamente impagável - trabalha bem e com muito humor os percalços da dupla até alcançar a fama que os consagraram - eles pagando de que tinham dinheiro e sucesso para enganar os produtores e o público é bom demais - filme do povão para o povão
Depois de diversos filmes mais intelectualizados e de difícil acesso ao público em geral, Nelson P. dos Santos resolveu dar uma guinada de 180° e dirigir uma obra de fácil apreciação popular. O principal problema é que não dá para ignorar o fato de que a dupla de protagonistas não são atores e nem passaram por qualquer preparação de elenco, sendo inexpressivos do inicio ao fim. Isso esvazia quase totalmente a emoção do filme; não há perigo, tensão ou qualquer outro sentimento. A não ser, é claro, quando eles cantam, no que são os melhores momentos do longa. Destaque para a cena onde, por meio de matte paintings, a saudade dos personagens pela terra natal é "projetada" sobre São Paulo. Outro ponto fraco do roteiro é o (não) papel das mulheres, já que as namoradas dos protagonistas função puramente decorativa. Por outro lado, Nelson honra suas origens cinemanovistas, registrando os rostos de grande número de pessoas anônimas, dando um ar semidocumental ao filme. Estrada da Vida é um filme simpático e bem intencionado mas que merece mais ser ouvido do que visto.
Lembra aqueles filmes de diva pop pra divulgar algum álbum.
Vale a pena pra quem gosta de sertanejo e da dupla em questão, o que não é meu caso.
- excelente que colocaram os próprios Milionário e José Rico para interpretar eles mesmos
- só o visual do josé rico é completamente impagável
- trabalha bem e com muito humor os percalços da dupla até alcançar a fama que os consagraram
- eles pagando de que tinham dinheiro e sucesso para enganar os produtores e o público é bom demais
- filme do povão para o povão
Depois de diversos filmes mais intelectualizados e de difícil acesso ao público em geral, Nelson P. dos Santos resolveu dar uma guinada de 180° e dirigir uma obra de fácil apreciação popular. O principal problema é que não dá para ignorar o fato de que a dupla de protagonistas não são atores e nem passaram por qualquer preparação de elenco, sendo inexpressivos do inicio ao fim. Isso esvazia quase totalmente a emoção do filme; não há perigo, tensão ou qualquer outro sentimento. A não ser, é claro, quando eles cantam, no que são os melhores momentos do longa. Destaque para a cena onde, por meio de matte paintings, a saudade dos personagens pela terra natal é "projetada" sobre São Paulo.
Outro ponto fraco do roteiro é o (não) papel das mulheres, já que as namoradas dos protagonistas função puramente decorativa. Por outro lado, Nelson honra suas origens cinemanovistas, registrando os rostos de grande número de pessoas anônimas, dando um ar semidocumental ao filme.
Estrada da Vida é um filme simpático e bem intencionado mas que merece mais ser ouvido do que visto.
Para fãs.
O ápice do cinema de teor popular já feito pelo Nelson. Comigo não funcionou, mas deve agradar aos fãs da dupla.