Dirigido por
Duração
Na fictícia Albuquerque do início dos anos 60, vivem vários personagens: Maria Teresa, filha de Olga, era uma jovem dividida entre o amor de João e o sonho de ser Miss Brasil; Mederiquis, um jovem rebelde; a inquieta Glorinha e a freira Angélica, que desperta para o amor ao conhecer Belchior.
Estúpido Cupido foi uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 19 horas pela Rede Globo entre 1976 e 1977, contou com 160 capítulos. Foi escrita por Mário Prata e dirigida por Régis Cardoso.
As músicas e figurinos eram ambientados nos anos 60. Foi a última novela da Rede Globo produzida em preto-e-branco - ressalvando-se que seu último capítulo foi gravado em cores sem que os atores soubessem disso, pois era desejada a surpresa de que a emissora já estava com a totalidade de suas câmeras em cores.
A música de abertura, Estúpido cupido, era interpretada por Celly Campello.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Assisti com a minha mãe. Ela queria ver essa novela inteira, até porque vive sem sorte com isso: todas as novelas que ela quer assistir não estão disponíveis no Globoplay ou só têm fragmentos.
Até que é legalzinha.
Mas teve umas partes que pulei, achei muito massante (na época era comum cenas longuíssimas)
A abertura é contagiante e a trilha sonora é impecável, com vários hits dos anos 60.
Visto no globoplay: 23|12|24
Gostei, mas não amei. Difícil julgar uma novela apenas por 6 capítulos, mas nostalgia à parte, me parece ter sido um pouco enrolada e hoje datada, assistindo agora. Em apenas poucos capítulos, mesmo com um enorme buraco entre eles, deu para se ter uma ideia da história inteira sem muita dificuldade. Acho que as peripécias dos jovens e a comédia leve do texto movimentavam a novela, numa época em que o público não tinha controle remoto nem muitas outras opções de lazer. Enfim, gostei da crítica de costumes e da metalinguagem, o Mário Prata tinha ótimas sacadas. Acredito que o ponto alto dessa novela esteja na trilha sonora, no texto, nas atuações e no retrato fiel que faz da juventude e da sociedade dos anos 60 em geral.
Foi a última novela em P&B da Globo, e que bom, porque combinou perfeitamente com a trama de época (daí ficou perfeito o fato do salto de tempo nos dois últimos capítulos ter sido filmado em cores). Sempre gostei da abertura ao som de Celly Campello, uma das minhas favoritas de sempre.
Não lembro nada dessa novela, mas da abertura lembrei todinha. Adorava os personagens de papel e essa foi uma das primeiras músicas que aprendi no violão! :)
que cool! legal demais