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O talentoso James Franco estréia na direção nesta divertida comédia como Harry Wilker, um jovem aspirante a escritor: Harry tenta escrever um livro que acredita ser o passaporte para o sucesso, que salvará o emprego sem graça e da entediante vida familiar. Quando tenta escrever algumas palavras, a esposa e o filho interrompem-no constantemente, o chefe não larga de seu pé e parece que ele não vai conseguir passar da primeira linha. A única solução é alugar um apartamento para ficar longe de tudo e de todos. Mas, nem mesmo a mente criativa como a de Harry poderia prever o que o aguardava em seu novo refúgio: o inesperado aparecimento de um macaco falante, incoveniente e gordo, vestido com uma camisa havaiana. Mesmo apresentando todos os indícios de que isso irá tirá-lo do sério, Harry precisa aceitar a estranha presença do macaco e usar isto como impulso criativo para escrever sua obra-prima.
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Sentir-me-ia envergonhada em rotular essa produção como obra cinematográfica, e confesso que já a recomendei a indivíduos pelos quais não nutro apreço.
Tudo bem que todos precisam começar um trabalho autoral de algum modo e depois vai melhorando nos próximos. Bom exemplo disso foi James Cameron que começou dirigindo o horrível “Piranha 2” e já no trabalho seguinte dirigiu o genial “Exterminador do Futuro”. James Franco em suas primeiras incursões na direção fez “isso aqui”, um filme muito ruim em todos os sentidos, e depois de dirigir vários outros não melhorou muito. Só "Artista do Desastre" (2017) se salva em sua filmografia (como diretor). A história aqui é sobre um jovem aspirante a escritor que abandona a mulher e filho pra morar sozinho num apartamento e assim poder escrever em paz. O macaco do título é um amigo imaginário que também mora no apartamento e que pode (ou não) lhe servir como fonte de inspiração. Mas pensa num filme fraco e equivocado. O tal macaco é sempre inconveniente e extremamente desagradável, e o protagonista um inútil difícil em se simpatizar. Certamente essa é a pior história sobre escritores sem inspiração. Um exemplo de um bom filme com esse tema foi "Barton Fink" dos irmãos Coen.
Degradante. Como a cena ofensiva à Dostoiévski.
Vi pela sinopse e a palavra escritor presente nela.
Decepcionante.
Assista outro *__*
Um dos piores filme que ja vi na minha vida
Porra, a ideia desse filme é sensacional, pena que as piadas em geral são derrubadas, mas artisticamente falando dava pra pirar muito nesse texto, recomendo verem o filme Minha Vida é um Inferno, tem uma pegada parecida com este, só que la funciona.