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Percurso “iluminado” pelos realizadores da Sétima Arte (“Não duvido que és o Buda”), entre eles François Truffaut, Federico Fellini, Orson Welles, Alfred Hitchcock, Glauber Rocha. “Ninguém chega à redenção mediante a doutrina. Ei de prosseguir na minha peregrinação. Para me separar de qualquer doutrina e mestres, a fim de que possa alcançar sozinho meu destino".
O filme foi totalmente captado por um Iphone. Livremente inspirado em Sidarta, de Hermann Hesse, o filme narra o fluxo de pensamento de um aspirante a cineasta em sua busca por encontrar seu caminho próprio como artista criador.
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Fui fisgado pelo filme por motivos pessoais. Há algo de repugnante na exposição captada pelo eu lírico, mas até também sinceridade em seu percurso de (auto)descoberta. Neste sentido, tanto a anedota envolvendo o verdadeiro Sidarta quanto a narração adaptada de obra homônima de Hermann Hesse compõem um caleidoscópio moral em ebulição e rebuliço, de modo que o confronto entre o que é visto e ouvido rima com consciência, impingem a chama da identificação em relação aos espectadores que enfrentaram um percurso semelhante de higienização, de "desconstrução". Faltou apenas uma cena de nudez total (um amigo reclamou da falta de diretoras entre as influências do personagem, mas isso depende do percurso real, não chega a ser um problema do filme, mas sim do personagem), mas, do jeito que está, é um curta-metragem sobremaneira sintomático de uma geração atual de cinéfilos, de uma horda de neo-macmahonistas em perene lida consigo mesmos e com quem os rodeia. O montador e protagonista Danilo Moraes é muito bonito, Deus benza! Trabalho incrível: amei, fui seduzido! (WPC>)