Em dado momento, o mestre de cerimônias mnemônico-afetivo do filme reclama, olhando para a câmera, sobre as recorrências de certo "cinema brasileiro colonizado", em relação ao qual este filme distanciar-se-ia. Ocorre que a tônica do roteiro lembra bastante os vai-e-véns relacionais do diretor Rafael Gomes, numa estética ainda mais 'vlogger'. Não obstante a curta duração, suportar este filme até o final é tormentoso, tamanha a prepotência dos envolvidos, em sua fingida sentimentalidade e exortação do português como "idioma da saudade". Não convence. Pelo contrário, enfada. E possui algumas cenas mui constrangedoras (a do ônibus, que o diga). Infelizmente, não faz jus ao que anuncia. Começa até bonitinho, mas estraçalha tudo em segundos! :( - WPC>
Confesso o desenrolar não me envolveu muito, mas esse final mudou tudo
"Eu te amo, Bressan", de Gabriel Borges, prometia muito mas disse pouco.
Términos com amor são doloridos em qualquer idioma.
Em dado momento, o mestre de cerimônias mnemônico-afetivo do filme reclama, olhando para a câmera, sobre as recorrências de certo "cinema brasileiro colonizado", em relação ao qual este filme distanciar-se-ia. Ocorre que a tônica do roteiro lembra bastante os vai-e-véns relacionais do diretor Rafael Gomes, numa estética ainda mais 'vlogger'. Não obstante a curta duração, suportar este filme até o final é tormentoso, tamanha a prepotência dos envolvidos, em sua fingida sentimentalidade e exortação do português como "idioma da saudade". Não convence. Pelo contrário, enfada. E possui algumas cenas mui constrangedoras (a do ônibus, que o diga). Infelizmente, não faz jus ao que anuncia. Começa até bonitinho, mas estraçalha tudo em segundos! :( - WPC>