Depois de sobreviver a um acidente em que um motorista bêbado mata sua esposa grávida e dois filhos, Chris Williams se esforça para 'deixar ir' e perdoar o jovem que causou o acidente.
É um bom filme baseado num caso real sobre um difícil dilema: Perdoar o assassino. Melhor, mais eficaz e mais bem feito que a maioria dos filmes gospel dos últimos anos, não temos aqui uma panfletagem cristã, e sim um longa que se preocupa com a narrativa cinematográfica. O protagonista é um pastor, mas, acima de tudo, alguém que está passando por um período de luto e dificuldades na família. Ponto bastante positivo. Uma raridade.
Pra mim, que nunca passei por isso é fácil perdoar; mas e os outros que tiveram sua família e/ou vida destroçadas, como é? Não tenho respostas. (06.12.20)
Vixi, da primeira vez que eu fui o primeiro a comentar era sobre uma bosta de filme que nenhuma alma viva teve sequer disposição para escrever meia linha. Mas eu sou forte, aguento tudo e não largo filme no meio. Então vamos lá...
A apresentação dos personagens é rápida e sem pieguice e sem apelação (um tanto raro neste gênero de drama familiar), por vezes dolorido e emocionante. Para quem tem filhos, em especial, fica uma pontada dura compaixão pelo personagem principal.
O filme tem um ritmo cadenciado, as alternâncias de presente e passado evitam que uma linearidade de acontecimentos deixe o a narrativa monótona. Gosto disso.
Tecnicamente o filme não deixa a desejar, as atuações seguram as pontas, a trilha sonora é cuidadosa e bem encaixada, a direção é simples, objetiva, não sai da média e não erra.
Um filme honesto, com um boa historia para contar, sem afetação, com valores antagônicos, mas igualmente defensáveis. Bom filme. Como li em algum lugar: o ódio é mais fiel que o amor. Ou algo assim. E como disse a vovozinha: não posso perdoar, eu não quero. Não é nenhum spoiler, pois o título deixa isso claro (um vacilo, na minha opinião). Deixe ir ou Apenas Deixe Ir ou Siga em Frente, seriam mais apropriados.
Gostei do filme, que passa várias mensagens de fé e amor. 22.11.23.
É um bom filme baseado num caso real sobre um difícil dilema: Perdoar o assassino. Melhor, mais eficaz e mais bem feito que a maioria dos filmes gospel dos últimos anos, não temos aqui uma panfletagem cristã, e sim um longa que se preocupa com a narrativa cinematográfica. O protagonista é um pastor, mas, acima de tudo, alguém que está passando por um período de luto e dificuldades na família. Ponto bastante positivo. Uma raridade.
Curiosidade via IMDB: A cena do acidente no filme foi filmada no mesmo local onde ocorreu o acidente na vida real.
Pra mim, que nunca passei por isso é fácil perdoar; mas e os outros que tiveram sua família e/ou vida destroçadas, como é? Não tenho respostas. (06.12.20)
Vixi, da primeira vez que eu fui o primeiro a comentar era sobre uma bosta de filme que nenhuma alma viva teve sequer disposição para escrever meia linha. Mas eu sou forte, aguento tudo e não largo filme no meio. Então vamos lá...
A apresentação dos personagens é rápida e sem pieguice e sem apelação (um tanto raro neste gênero de drama familiar), por vezes dolorido e emocionante. Para quem tem filhos, em especial, fica uma pontada dura compaixão pelo personagem principal.
O filme tem um ritmo cadenciado, as alternâncias de presente e passado evitam que uma linearidade de acontecimentos deixe o a narrativa monótona. Gosto disso.
Tecnicamente o filme não deixa a desejar, as atuações seguram as pontas, a trilha sonora é cuidadosa e bem encaixada, a direção é simples, objetiva, não sai da média e não erra.
Um filme honesto, com um boa historia para contar, sem afetação, com valores antagônicos, mas igualmente defensáveis. Bom filme. Como li em algum lugar: o ódio é mais fiel que o amor. Ou algo assim. E como disse a vovozinha: não posso perdoar, eu não quero. Não é nenhum spoiler, pois o título deixa isso claro (um vacilo, na minha opinião). Deixe ir ou Apenas Deixe Ir ou Siga em Frente, seriam mais apropriados.