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Data de lançamento
27 Junho 2013Duração
Um grupo de astronautas viaja até Europa, uma das luas de Júpiter, em busca de sinais de vida. Chegando ao local, uma série de incidentes levam-nos a perder contato com a Terra, devendo sobreviver sozinhos e um ambiente hostil.
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Podia chamar Eurotrip.
Que filminho chato viu, 1h30 de pessoas conversando e de forma chata, diálogos muito chatos, em um único cenário, personagens sem carisma algum e com péssimas atuações, pra receber no final um gif de 5 segundos de uma criatura, o filme tem uma fotografia barata, que deixa esse filme estranho. Sinceramente um dos piores filmes que eu já vi.
Primeiro, um escarecimento confessional: gosto muitissimo do subgênero 'found footage', de modo que sempre interesso-me quando sei do lançamento de mais algum filme com esta caracteristica, mesmo sabendo de que a estrutura narrativa desgasta-se rapidamente. É o caso aqui: o diretor, infelizmente, comete tantos erros no processo, que o filme, em minha opinião, é uma demonstração pertinaz do que NÃO se fazer, uma aula mediante contra-exemplos!
Segundo, um adendo volitivo: considero a ficção cientifica mui importante na compreensão de valores e comportamentos ecológicos e humanistas, na compreensão do próximo e daquilo que está muito, muto distante. Como tal, tendo a ser indugente em relação a filmes que abordam o desconhecido, a gana por conhecimento, a vontade de descobrir mais e mais... Este título, infelizmente, desperdiça a ótima proposta em prol da mais vilanaz defesa dos valores exploratórios estadunidenses. Ao invés de criticar o imperialismo espacial, cede por completo a ele, indo na contramão discursiva do que apregoa o clássico ALIEN, O OITAVO PASSAGEIRO. Um roteiro politicamente reprovável, em muitos sentidos.
Terceiro, e por fim, não rejeito por completo os clichês. Em deterinadas conjunturas, eles são suficientemente justificados pelas convenções de gênero, chegam a ser desejados, a partir de certo automatismo espectatorial. Aqui, infelizmente, sou obrigado a discordar de mim mesmo, no quesito paciência: o ritmo do filme é insuportável e mui tedioso (no pior sentido do termo), em sua emuação da estética Discovery Channel. Os atores não têm muito a fazer, exceto pronunciarem às pressas diálogos tecnicistas e ativamente esvaziados. A ação frenética, mas enfadonha, sem propósitos, numa atualização mui piorada daquelas tramas verborrágicas da década de 1960, que disfarçavam o baixo orçamento atraves do sobejo de descrições: a montagem (péssima) prepara terreno para uma grande revelação e, quando isso ocorre, não há surpresa, mas uma reiteração da previsibilidade biológica. A trilha musical é hedionda, na falibilidade de criação de suspense. Esforcei-me para não odiar esta obra, mas ela se esforça para aderir àquilo que mais rejeito, em âmbito moral. Peço desculpas por utilizar esta expressão malfadada, mas, definitivamente, assistir a este filme equivale a uma perda de tempo abissal. Urgh! (WPC>)
Literalmente o filme não sai do lugar, 1 hora de pura enrolação com falas vazias, tedioso e chato!
A impressão que dá é que não tinham nenhum enredo, mas queriam falar sobre a lua de Júpiter, então só botaram os astronautas para baterem papo numa nave cenográfica e irem morrendo um a um enquanto produziam e aplicavam uns efeitos espertinhos.